Wine Decor: Barricas Recicladas Deixam a Casa ainda Mais Bonita (Parte 2)

2018 começou com tudo e lá fui eu garimpar ideias de decoração para vocês. Início de ano é sempre assim: a gente quer deixar a casa ainda mais bonita e cheia de boas vibrações. Pensando nisso, trouxe mais um post com ideias para decorar a vida com barricas que não servem mais para amadurecer o nosso amado néctar de Baco.

Então, bora admirar e babar por esses objetos incríveis!

Cooler de Bebidas

apoio para tablet
Apoio para tablet
bau
Baú ou Mesinha de Centro? Você escolhe!
apoio para velas
Apoio para Velas ou Vasos de Flores
fonte
Essa fonte enfeita qualquer jardim e, de quebra, você ainda relaxa com o barulhinho da água.
cabideiro
Cabide para bolsas, casacos e chapéus.
fruteira
Fruteira linda para a cozinha
luminária
Essa luminária deixa qualquer ambiente aconchegante e intimista.
revisteiro
Revisteiro lindinho de viver

Espero que tenham gostado dessas ideias. Confesso que já estou sonhando em ter alguns desses objetos em casa. Mas sabe o mais legal de tudo? É que as barricas de carvalho são capazes de engrandecer e agregar nuances tanto aos vinhos quanto ao lar. Missão encantadora!

Então é isso, galera do vinho! Ótimos rótulos, Bons Momentos! Tim-Tim!

Referência: Big Wine Theory

O Vinho e as Barricas de Carvalho

No inconsciente coletivo dos apreciadores, acredita-se que vinhos armazenados por longos períodos em barricas de carvalho são melhores que os demais, que não passaram por madeira.

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Na barrica, a oxidação é favoravelmente lenta e moderada, sendo que o vinho se estabiliza “respirando” pelas imperceptíveis frestas das aduelas e pela “tampa”, o que realmente é muito bom. Porém, de acordo com a casta da uva e a temperatura da adega, existe um tempo ideal de permanência, que ao ser ultrapassado, poderia colocar todas essas vantagens por água abaixo.

Sem dúvida, a barrica de carvalho do tipo bordelesa, de 225 litros, é o recipiente ideal para envelhecimento. Quando se fala nisso, geralmente nos referimos aos vinhos tintos, visto que os brancos nada ganhariam com esta prática – só perderiam em frescor e fragrância. Mesmo os tintos, apenas aqueles ricos em álcool, acidez e tanino estariam aptos ao estágio em madeira.

Além do carvalho francês (de Alliers, Tronçais, Nevers, Limousin, Vosges ou Argonne), utiliza-se muito a barrica de carvalho americano, sobretudo do Missouri. Hoje, com o intuito de apressar o processo e torná-lo mais barato, é comum em muitos países, especialmente do Novo Mundo, colocar dentro dos tanques de aço aparas de madeira (chips), ripas (staves) ou pequenas peças conhecidas como “dominó”. A maioria dos países europeus proíbe esta prática.

Durante o estágio em barrica, a madeira comunica ao vinho aromas agradáveis de baunilha, além de torrefação e taninos que lhe são característicos. Neste caso, é essencial que os taninos sejam nobres, como o do carvalho, e que o cheiro da madeira não se sobreponha à fragrância frutada original, própria dos vinhos tintos.

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Alguns vinhos possuem um perfil mais moderno e jovial. Assim, estes realmente não requerem envelhecimento para se tornarem especiais. Acho que tudo depende do gosto pessoal de cada um. De qualquer forma, na qualidade de um grande tinto, como um grand cru, o estágio em madeira faz muita diferença. Ou seja, tudo depende das características que se deseja atribuir ao vinho.

E pensar que, no início, as barricas eram utilizadas apenas como um bom recipiente, fácil de encher, esvaziar e limpar? As vantagens do carvalho eram, então, desconhecidas, até que finalmente descobriram que esta madeira nobre poderia transformar os vinhos em verdadeiras preciosidades que hoje degustamos.