Wine Drinks: Um Agripino Para Agitar Seu Carnaval (Inclusive nos Blocos de Rua!)

Sexta-feira pré-carnavalesca e nada como preparar mais uma delícia de coquetel com o nosso amado néctar dos deuses. E, como sempre, trago uma opção tranquila, perfeita para o churrasco com os amigos ou simplesmente para bebericar enquanto se assiste ao desfile pela TV.

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Mas se você for do tipo empolgado e que adora um bloco carnavalesco, não se acanhe! Esse drink pode ser transformado em “Sacolé” (ou Geladinho”) Facilmente! Afinal, vai sorvete e espumante! Que beleza!

Anote a receitinha:

Ingredientes
  • 10 ml de vodca cítrica (também vale com vodca tradicional)
  • 1 bola de sorvete de limão-siciliano (ou sorbet de tangerina)
  • 40 ml de Champanhe ou outro espumante
  • 1 tira de casca de limão-siciliano para decorar (ou de laranja se usar sorbet de tangerina)
Modo de fazer
  • No liquidificador, bata ligeiramente a vodca e o sorvete.
  • Em uma taça, sirva e complete com o Champanhe.
  • Decore com a casca de limão e sirva.

Caso queira optar pelo “Sacolé” (ou Geladinho), despeje a mistura do liquidificador direto nos saquinhos e coloque no freezer. Quando estiverem bem firmes, já dá para consumir. Se for levar para a rua, não se esqueça de acondicioná-los em caixinha de isopor ou bolsa térmica.

HISTÓRIA DO SACOLÉ (OU GELADINHO)

Trata-se de uma espécie de picolé artesanal preparado dentro de pequenos sacos plásticos. Esta iguaria surgiu durante a Segunda Guerra Mundial. Inicialmente salgado, era usado como fonte proteica pelos marinheiros norte-americanos.

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A expressão “sacolé” foi criada como uma fusão das palavras “saco” e “picolé”, por ser uma iguaria gelada preparada em sacos plásticos. As expressões “geladinho” e “gelinho” popularizaram-se em função da marca registrada “Geladinho”, principal fabricante deste tipo de doce. Já nomes como dindim, chupe-chupe, juju, etc.. imitam sons onomatopeicos.

Em outros países não existe um nome específico para a sobremesa, sendo chamada apenas de doce gelado (ice candy) nos locais onde é comercializada.


Então é isso, enoamigos foliões! Quando se trata de curtir o carnaval com vinhos, a gente tem mais é que soltar a criatividade mesmo. Vale sacolé de Espumante (os já famosos “Chandonlés”), de Vinho Branco, de Mimosa, de Rossini, Beliini e por aí vai…Sempre usando a dica de inserir a mistura nos saquinhos e congelar.

Bom, né? Que tal fazer em casa? Faça e não se esqueça de postar com a hashtag #vilavinifera . Depois? Ahhhh, amigo, é só correr para a o abraço.

Bom carnaval! Bons Drinks! Ótimos Vinhos! Tim-Tim!

WineStyle: Folia de Carnaval Com Vinhos (Com Direito a Sugestões de Rótulos Para Acompanhar)

Hoje é sexta e estamos próximos de mais uma festividade. E aí, animados para o Carnaval? Então, esse ano eu estou empolgada para fugir da folia de Momo! Pretendo passar os dias em algum lugar onde a agitação esteja totalmente fora da pauta. E, sim, na companhia dos meus amados vinhos! Mas, se você não resiste aos blocos de rua e à badalação da passarela do samba, invista em rótulos frescos e de boa acidez. Se forem trabalhados no custo-benefício, melhor ainda!

Antes de tudo, o que tem a ver Carnaval com Vinhos? Bora descobrir!

DEUS BACO, VINHO E CARNAVAL

Ao mesmo tempo em que cultuava o vinho, um elemento sagrado na maioria das religiões, Baco ajudou a difundir a maior festa profana do mundo: o carnaval. Através dos mitos que rondam sua história, foi capaz de unir os opostos numa fórmula que já dura mais de dois milênios.

Após percorrer o continente asiático, o deus olimpiano voltou para sua cidade natal, Tebas, e iniciou o culto a si mesmo através de uma série de comemorações.

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Essas comemorações são o berço do que conhecemos hoje por Carnaval. Esta festa é originalmente fruto dos cultos agrários da Grécia Antiga. Como a sociedade da época era baseada na agricultura, as comemorações pela fertilidade e produtividade do solo eram muito comuns. Dionísio foi o responsável por dar proporções astronômicas a tais celebrações, que passaram a integrar o calendário oficial das cidades.

Com o passar dos anos, a comemoração foi ganhando forma dos povos que a dominavam e só chegou ao formato atual, do “Carnaval Cristão”, em 590 d.C quando a Igreja Católica oficializou a festa.

Inicialmente, de acordo com a tradição, Baco morria a cada inverno e renascia na primavera, formando um ciclo semelhante ao das vinhas. Os cortejos anuais realizados em comemoração ao renascimento do deus “meio mortal” eram realizados na época da colheita da uva para garantir, sempre, uma safra abundante.

VINHOS PARA CURTIR NO CARNAVAL

 HORTAS DO CASEIRINHO (para quem se amarra num docinho)

Tenho amigos que preferem os rótulos mais adocicados. Esse aqui de baixo, geladinho, deixa tudo ainda mais animado. E tem versão branco e rosé. Quase um Lambrusco português, prontinho para navegar pela sua taça. 

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Importado no Brasil pela Caves Santa Cruz, o Hortas do Caseirinho Frisante Branco Suave é feito com as uvas Avesso, Arinto e Malvasia fina. Tem cor citrina límpida, aroma fresco, notas florais, pera e maçã verde e leves notas tropicais. No paladar é equilibrado com um frescor suave, refrescante e persistente. Já, o Hortas do Caseirinho Frisante Rosado Suave leva as uvas Touriga Nacional, Espadal, Vinhão e Touriga Franca. Possui teor alcoólico de 10,5%, cor salmão e rosa, aroma fresco e leves especiarias. Combinada com saladas, peixes e frutos do mar. Esses você também encontra à venda no site da Ma Che Vino. Delícia para o verão!
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CAVE AMADEU BRUT ROSÉ (FAMÍLIA GEISSE)

Esse espumante é um dos meus favoritos e é brasileiríssimo! Afinal, amo rosés e combinam demais com verão e carnaval. Direto de Pinto Bandeira (RS),  Cave Amadeu apresenta uma bela cor cereja claro, com excelente perlage.

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De boa intensidade aromática, lembrando frutas vermelhas, como morango, na boca apresenta uma refrescante acidez com bom volume e persistência. Ou seja, trata-se de um rótulo agradável e versátil para comida. Mas, na real, esse é perfeito para bebericar na beira da piscina num dia de sol escaldante – de preferência bem gelado! Uma obra de arte de Mário Geisse, produtor de quem sou fã! Esse você encontra à venda na Cave Nacional. Santé!

 G7 7th GENERATION CHARDONAY

Essa sugestão é para os amantes de um bom Chardonnay frutado, sem passagem por barrica. Sim, é um dos meus brancos favoritos para bebericar em um dia ensolarado. Esse rótulo, importado pela Wine For Me, é do tipo custo-benefício total!

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Límpido e amarelo brilhante, o G7 conta com aromas muito agradáveis de pêssegos, pêras e maracujá, acompanhados por notas cítricas delicadas. O paladar é amplo, grande e saborosa, repleta de frutas e notas de baunilha. Já tô com vontade!


Então é isso, meus amigos, independente se for ou não em meio a folia, uma coisa é certa: vinho não pode faltar!

Bom carnaval! Bons Vinhos! Ótima sexta! Tim-Tim!

Referência: Revista Adega, Assessorias de Imprensa.