3 Estilos de Chardonnay Que Você Precisa Experimentar

Como vocês já devem ter percebido, na última semana fiquei um pouquinho off do mundo vinífero por motivo de…férias! Sim, de vez em quando é ótimo para renovar as energias. Ainda mais se for para fugir do calor que toma conta do Rio de Janeiro. Fui para Minas e tive a sorte de pegar dias amenos, com chuvinha e friozinho. Degustei alguns tintos e fui muito feliz.

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DE VOLTA COM TUDO

Agora, de volta para o caldeirão, continuo à caça de brancos e espumantes para beber nos finais de semana (estou tentando evitar o consumo de segunda a sexta, minha silhueta agradece..rs.rs.). Afinal, os cursos só reiniciam daqui a alguns meses, então a hora é essa.

Por isso, hoje trago para vocês 3 estilos de Chardonnay perfeitos para se deliciar nos dias mais quentes. Para quem está apenas começando a degustar essa uva, trata-se de um bom ponto de partida para se aprofundar no assunto. 

CHARDONNAY BARRICADO (CREMOSO)

Quando penso em Chardonnay com estágio em barrica de carvalho, logo me vêm à mente aqueles rótulos tipicamente norte-americanos, cremosos, com nariz de manteiga e baunilha bem pronunciados. Digo que é perfeito para os amantes de tintos que estão começando a se aventurar no mundo dos brancos, sobretudo porque são mais encorpados e combinam com alimentos mais substanciais, como risoto de cogumelos, frango assado, lagosta, presunto, entre outros.

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  • Como é feito e o que esperar dele?

O que realmente define este estilo de Chardonnay é o uso do carvalho no processo de vinificação. A madeira agrega algumas características diferentes, como a adição de mais oxigênio ao processo de produção, resultando em nuances de maçã cozida, massa de torta e avelãs. Sem falar que o próprio carvalho novo ainda contribui para um nariz mais carregado de torrefação, baunilha, cravo, canela e coco. Finalmente, a transformação do ácido málico em ácido lático, mais suave, deixa o vinho mais cremoso e com nuances amanteigadas. 

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Ao procurar por esse estilo, se liga nessas dicas:

  • Geralmente os barricados constam o nome “Reserva” ou “Oaked” no rótulo, dependendo da região de produção.
  • Bons contra-rótulos trazem informações importantes, como tempo em que o vinho estagiou no carvalho e notas olfativas, tais como baunilha, crème brulée, maçã cozida, torrefação, manteiga, entre outros.
  • A maioria dos rótulos de Chardonnay barricado deve ser consumida entre 3 e 5 anos após a data da colheita (safra).

Se você curte muito esse estilo de vinho, vale a pena provar outras variedades barricadas que são ótimas alternativas ao Chardonnay, como Marsanne, Viognier e Trebbiano.

CHARDONNAY CÍTRICO E SEM PASSAGEM POR CARVALHO

Para mim, trata-se do estilo perfeito para saborear no Verão. É o par perfeito para ostras frescas, vieiras, mariscos e peixes delicados, sendo que seu exemplar mais conhecido é produzido na região de Chablis, na francesa Borgonha. 

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Se você é fã de vinhos brancos mais florais e frutados, o Chardonnay Unoaked (sem passagem por carvalho) é a opção ideal. O nariz varia de acordo com a região, mas é possível identificar notas de frutas brancas e amarelas, como maçã, abacaxi fresco e manga. Tudo isso, muitas vezes, acompanhado de um toque de flores brancas.

  • Como é feito e o que esperar dele?

Trata-se de um Chardonnay varietal puro, sem a interferência do carvalho. Desta forma, todas as suas nuances se apoiam nos aromas das frutas, bem como aqueles naturalmente  resultantes da fermentação. Os vinhos são produzidos em ambientes com redução de oxigênio, fermentando em tonéis de aço-inoxidável por um curto período de tempo antes de serem engarrafados e liberados, tudo para manter o máximo de frescor. 

Ao procurar por esse estilo, se liga nessas dicas:

  • Busque por rótulos com a descrição “Unoaked” ou “Sem Passagem por Carvalho”.
  • Bons contra-rótulos trazem informações preciosas, como “frutal”, “floral”, aromas cítricos e/ou minerais.
  • Esses exemplares devem ser consumidos jovens. No entanto, alguns rótulos de Chablis costumam envelhecer por uma década ou mais em virtude de sua mineralidade. 

ESPUMANTE 100% CHARDONNAY: BLANC DE BLANCS

A Chardonnay é a varietal mais popular na produção de espumantes (incluindo os champagnes). Os exemplares Blanc De Blancs (100% produzidos com Chardonnay) harmonizam perfeitamente com frango frito e lulas empanadas (a doré). Parceiro perfeito para um dia de muito sol e calor na praia!

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Blanc De Blancs quer dizer literalmente “branco dos brancos”, visto que são produzidos totalmente com uvas Chardonnay. Também já vi rótulos utilizarem essa denominação para exemplares que não incluem cepas tintas na composição, como por exemplo, a Pinot Noir, mas não necessariamente só com Chardonnay como varietal branca. Mas, para mim, Blanc De Blancs de verdade tem que ser 100% Chardonnay.

  • Como é feito e o que esperar dele?

Nesse estilo, geralmente podemos esperar um nariz cítrico, com notas de favo de mel, maçã, baunilha torrada e avelãs. Para a produzir um Espumante Chardonnay, as uvas devem ser colhidas uma pouco mais cedo, a fim de preservar o máximo de acidez. Depois que o vinho base é feito, o enólogo adiciona uma mistura chamada de “cuvvé”, a fim de que o mesmo, então, se submeta a uma segunda fermentação dentro da garrafa, no estilo “champenoise” ou “tradicional”. 

A forma com que os vinhos foram produzidos (em carvalho ou aço inoxidável), e o tempo que eles envelhecem após a segunda fermentação (sur lies – contato com as borras (leveduras)) é que vão determinar o seu estilo e perfil aromático. Quanto maior for o tempo de contato com vinho com as leveduras, mais cremoso e amendoado o mesmo será em seu produto final. 

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Ao procurar por esse estilo, se liga nessas dicas:

  • No rótulo do espumante, certifique-se que consta o termo “Blanc De Blancs” e que o mesmo é produzido 100% com a variedade Chardonnay.
  • Preste atenção no tempo de envelhecimento (contato com as leveduras) para identificar seu estilo favorito. Alguns rótulos trazem esse tempo no rótulo ou contra-rótulo (12 meses, 26 meses, 36 meses e assim por diante). 
  • Se for optar por um autêntico Champagne, prefira os Blanc De Blancs da sub-região de Côtes De Blancs.  

Então é isso, enoamigos! Vila Vinífera retornando com força total! Existe algum assunto que você gostaria de ver por aqui? Mande sua sugestão e deguste cada gota de informação. Afinal, a minha maior alegria é ver que vocês estão curtindo e aprendendo junto comigo.

Boa semana! Ótimos vinhos! Tim-Tim!

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Viaje na Taça: Conheça a Mítica Região da Borgonha

Sem dúvida, a Borgonha é uma das regiões vinícolas mais belas do mundo. Um lugar que povoa o imaginário de qualquer enófilo realmente apaixonado por vinhos finos. Terra do emblemático Domaine de La Romanée Conti (DRC), cujas vinhas são mimadas e cuidadas a fim de produzirem alguns dos melhores rótulos do mundo. Certamente, é um terroir que está na minha listinha de futuros roteiros e acredito que na sua também. Bora conhecer?

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Borgonha

A BORGONHA

A Borgonha (Borgogne, em francês) é uma região vinícola localizada na área central do leste da França, nos arredores do distrito administrativo de Dijon, que não vive só da sua famosa mostarda, visto que a cidade também produz queijos e bons vinhos Chardonnay e Pinot Noir.

O solo da Borgonha é caracterizado por altos níveis de calcário, o que eleva a mineralidade típica dos vinhos locais. Possui clima continental, sem influências oceânicas, com verões relativamente quentes e um dos invernos mais frios da França.

Assim como em muitas regiões francesas, a Borgonha teve suas primeiras videiras introduzidas pelos romanos, no século I d.c. Durante a Idade Média, foram os monges católicos que desenvolveram a viticultura precisa e delimitada de alguns dos vinhedos mais famosos da atualidade.

SUB-REGIÕES

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Fontenay, Côte D’Or

A Borgonha é dividida em 4 principais sub-regiões:

CÔTE D’OR: produz os melhores vinhos da região e compreende duas áreas distintas, norte e sul da cidade de Beaune – Côte de Beaune e Côte de Nuits. A Côte d’ Or possui as melhores e mais famosas denominações da região, que engloba vinhedos como Vosne-Romanée, Nuits Saint Georges e Puligny- Montrachet.

CHABLIS: situada no oeste da Borgonha, é especializada na produção de excelentes vinhos Chardonnay de caráter mineral e picante.

CÔTE CHALONNAISE:  ao sul da Côte d’Or, produz tanto vinhos Chardonnay quanto Pinot Noir. Possui denominações famosas, como Bouzeron, Mercurey e Givry.

MACONNAIS: é a área mais ao sul da Borgonha, nos arredores da cidade de Macon, a poucos quilômetros de Beaujolais. Produz quantidades consideráveis de vinhos Chardonnay, entre outros, em sua maioria brancos.

CASTAS DE UVAS

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Chardonnay e Pinot Noir: são algumas das cepas mais famosas do mundo, ambas nascidas na Borgonha, em plena Idade Média. Até hoje, são as uvas brancas e tintas mais cultivadas do lugar.

Aligoté: é uma casta branca pouco conhecida na região. Produz vinhos mais leves e acessíveis, ótimos para quem está começando a degustar os vinhos brancos no estilo da Borgonha.

Gamay: apesar de produzida na Borgonha, os vinhos desta uva nunca são engarrafados como varietais únicos. Geralmente, ela participa de uma pequena parcela dos lotes rotulados como Bourgogne  Gran Ordinaire ou Coteaux Bourguignons.

Pinot Blanc: geralmente reservada para a produção de vinhos espumantes.

ESTILO DE VINHOS

Os tintos da Borgonha são considerados a mais completa manifestação da Pinot Noir no mundo, conhecida por seu corpo, elegância e luminosidade. Geralmente, seus exemplares são envelhecidos em barricas de carvalho.

Já os brancos da Borgonha, em sua maioria da uva Chardonnay, possuem um toque mineral, devido ao solo calcário. Costumam ser refinados e de ótima acidez. O Chablis possui um toque seco e fresco, sendo muito apreciado com ostras frescas, por exemplo.

Na Borgonha, as vinhas e os vinhos são qualificados de acordo com seu nível Cru: Grand Crus são os melhores vinhedos, que produzem os melhores e mais caros exemplares. Os Premiers Crus, por sua vez, possuem um grau ligeiramente inferior.

Agora, algo que pouca gente sabe: a Borgonha também possui ótimos espumantes, produzidos por meio da fermentação em garrafa pelo método tradicional, sendo classificados como Crémant de Bourgogne.

RÓTULOS FAMOSOS

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  • Domaine de la Romanée Conti : Tinto, Pinot Noir
  • Domaine Leflaive Chevalier Montrachet Grand Cru: Branco, Chardonnay
  • Mommessin Clos de Tart Grand Cru:  Tinto, Pinot Noir
  • Domaine Coche-Dury Corton Charlemagne Grand Cru: Branco, Chardonnay
  • Domaine Armand Rousseau Chambertin Grand Cru: Tinto, Pinot Noir

Espero que tenham curtido essa pequena viagem pela Borgonha. Estou lendo um livro do Maximillian Potter sobre a História do Romanée-Conti, um dos expoentes máximos da região, sobretudo por ser considerado um dos melhores vinhos do mundo. Trata-se de uma trama policial, mas que também fala muito sobre a região e encanta qualquer apreciador de vinhos finos.  Assim que eu terminar, com certeza postarei uma resenha com as minhas impressões. Mas, por enquanto, garanto que estou adorando!

Bons vinhos! Tim-Tim!

Wine Drink: Chardonnay Ice Tea

Hoje almocei na minha mãe e meu pai me disse que tinha adorado o Chardonnay. Ele sempre preferiu vinho tinto e, graças a mim, anda se interessando em experimentar rótulos brancos. Eu, ele e meu irmão compartilhamos algumas garrafas e foi tudo de bom!

Inspirada no meu encontro familiar, trouxe para vocês mais uma receitinha da série Wine Drinks. Ainda não testei a de hoje, porém, pouca gente sabe que aprecio chás quase tanto quanto vinhos. É o meu prazer sem álcool envolvido…rsrsrs… Em muitos casos, o aroma do chá pode harmonizar bastante com as notas de um bom fermentado. Tudo é teste e experimentação. Então, vamos lá!

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Chardonnay Ice Tea

Ingredientes:

  • 30ml de vinho Chardonnay
  • 30ml de Gin
  • 30ml de chá de camomila
  • 20ml de suco de limão
  • 14ml de mel
  • 1 xícara e 1/2 de gelo
  • raspas de limão thaiti para decorar

Modo de Fazer:

Prepare 250ml de chá de camomila e deixe em infusão por 45 segundos, a fim de extrair o máximo de sabor. Deixe esfriar e, em seguida, reserve 30ml e, ao menos que você queira fazer mais de um drink, descarte o restante. Coloque o chá e o mel numa coqueteleira e agite para diluir o mel. A seguir, adicione o restante dos ingredientes e agite com o gelo. Despeje em uma linda taça, decore com as raspas de limão e voilá!

Rende 1 drink.


Ainda não provei essa receita, mas quero muito testá-la. Se você o fizer antes de mim, me conte o que achou, Ok? Antes de tudo, preciso comprar uma garrafa de gin para preparar o coquetel. Bons drinks e Tim-Tim!

*Receita de autoria da bartender Natalie Migliarini. Fonte: Vinepair

6 Coisas Que Você Precisa Saber Sobre a Chardonnay

Eu amo a Chardonnay. Dos vinhos brancos, sem dúvida, é um dos meus favoritos. Champanhe Blanc De Blancs, então…uma delícia! Mas, já soube que nem todos pensam como eu. Sei de gente não curte, diz que é sem graça. Enfim, como não canso de dizer por aqui, vinho é questão de gosto pessoal. 

Porém, num ponto temos que concordar. A uva chardonnay produz vinhos bem versáteis, que combinam tanto com praia, no verão, quanto com lareira, no inverno. Trata-se de uma das castas brancas mais cultivadas no mundo, capaz de se adaptar a diversos terroirs. E foi pensando nisso que hoje trouxe seis fatores indiscutíveis sobre essa cepa.

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1- A CHARDONNAY NASCEU NA FRANÇA. NA BORGONHA, MAIS PRECISAMENTE

A chardonnay é originária da região francesa da Borgonha, onde é simplesmente conhecida como “Borgonha Branca”, sobretudo por captar tudo o que seu terroir tem a oferecer. Por isso, a  Chardonnay é, juntamente com a Pinot Noir, um símbolo da Borgonha.

2- NEM TODA CHARDONNAY É AMANTEIGADA

A textura e odor amanteigados encontrado em diversos vinhos dessa casta têm muito a ver com o carvalho das barricas nas quais as bebidas são armazenadas. Sem falar na fermentação malolática (que durante a produção do vinho transforma o ácido málico em ácido láctico, de paladar mais agradável).

Se o produtor permite que essa fermentação ocorra – depois que todos os açúcares já foram convertidos em álcool – você encontra uma textura mais amanteigada. Se não o fizerem, muitas vezes os elementos do vinho acabam não combinando muito bem entre si.

3- SE VOCÊ NÃO GOSTA DO SABOR DE MANTEIGA OU BAUNILHA, ESCOLHA UM CHARDONNAY QUE NÃO TENHA PASSADO POR CARVALHO

No final dos anos 80 e início dos 90, os americanos estavam loucos por Chardonnay. Afinal, era uma das uvas mais cultivadas na Califórnia. Nessa época, a região produzia muitos exemplares com estágio prolongado em carvalho, resultando em vinhos com sabores bastante acentuados de torrefação, baunilha, marshmallow e manteiga (características das barricas americanas).

Até hoje, a maioria das pessoas adora esse estilo, que foi copiado por vários outros países. Mas, se você prefere algo mais fresco e ácido, experimente um Chablis, vinho da Borgonha, com um toque mais mineral ou, então, um espumante Blanc des Blancs bem geladinho.

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4- SE VOCÊ ADORA CHAMPANHE BLANC DES BLANCS, VOCÊ ESTÁ BEBENDO CHARDONNAY

Você sabia que o Blanc des Blancs é um espumante elaborado com 100% de uvas Chardonnay? Ou seja, diferente da maioria dos outros champanhes, produzida com uma assemblage de Pinot Noir, Pinot Meunier e Chardonnay, a Blanc des Blancs é feita exclusivamente com a Chardonnay, sendo, por si só, um dos exemplares mais valorizados.

5- CHARDONNAY: SE PLANTADA, CRESCE EM QUALQUER LUGAR

Chardonnay é uma das castas de uvas mais plantadas em todo o mundo e muito disso se dá pelo fato de que cresce perfeitamente bem em quase qualquer região. Embora a Pinot Noir, sua irmã da Borgonha, seja, por muitas vezes, extremamente sensível e inconstante, a Chardonnay vive bem quase que em qualquer lugar.

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6- CHARDONNAY COMBINA COM CARNE

Se for um Chardonnay potente, acredito que ele possa harmonizar perfeitamente com bifes de filé mignon grelhados ou num churrasco. Bom para desmistificar a ideia de que carne vermelha só combina com tintos. Experimente e verá como ambos podem casar superbem.


Hummmm…. Fiquei até com vontade de abrir um Chardonnay aqui. Para mim, essa casta combina com os dias de meia estação. Sabe, aquele momento em que não está nem calor nem frio? Aquela temperatura ambiente agradável, por volta de 24ºC? E, sendo sincera, antes de realizar essa pesquisa nunca imaginei que Chardonnay combinasse com carne vermelha. Mas, logo de cara, acredito que deva ser com uma carne leve. Quero testar! Depois conto para vocês.

Bons Vinhos! Tim-Tim!

Wine Drinks: Caipirinha de Chardonnay

Hoje foi dia de experiências com drinks à base do nosso néctar de Baco. E podem ficar tranquilos, que a Vinífera aqui não quer deixá-los ansiosos. Após algumas perguntas, cheguei com o passo-a-passo da receitinha para vocês.

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Minha experiência de hoje. Infelizmente ficou faltando o hortelã.

A caipirinha de Chardonnay com uvas verdes é muito fácil de fazer. Ainda não testei com outras frutas, mas vem feriado aí… Me aguardem!

Receitinha:

1/2 xícara de vinho branco Chardonnay (prefiro a Chardonnay devido a sua pouco acidez, que equilibra bem com frutas mais ácidas, inclusive limão)

1/2 xícara de uvas verdes sem caroço.

Folhas de Hortelã a gosto.

Gelo a gosto.

Modo de Preparo

Com um socador, esmague as uvas dentro de uma coqueteleira. Adicione o vinho, as folhas de hortelã e o gelo. Agite bem. Coloque em uma taça de vinho ou própria para coquetel.

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Se preferir, você pode adicionar açúcar, mas particularmente, não curto. Acho um sacrilégio adulterar um bom chardonnay com açúcar ou adoçante. Mas fica ao gosto do freguês. Acho que também deve ficar uma delícia com outras frutas. Vamos testar?
Boa semana e Tim-Tim!