Wine Chef: Aprenda a Fazer o Famoso Boeuf Bourguignon da Julia Child

Está aí uma receita que, apesar do nome francês sofisticado, é bem menos complicada do que se imagina. Já pensou receber os amigos e a família para um belo almoço de domingo e anunciar o prato principal? Aposto que será um festival de “queixos caídos” Uau!

QUAL A ORIGEM DO BOEUF BOURGUIGNON?

Julia Child em seu livro a Arte da Culinária Francesa descreve o Boeuf Bourguignon como: “Certamente um dos pratos mais deliciosos inventados pelo homem.”

Também pudera! Como o nome mesmo diz, a receita original veio da francesa Borgonha, sendo provável que os cozinheiros utilizassem o próprio vinho da região em seu preparo. Sabemos que a estrela do prato são cortes de carnes mais duros, que cozinham por um longo período para ficarem macias, sem falar no uso do vinho e de elementos aromáticos. Um tempero arrebatador, que sempre teve tudo para ganhar o mundo. E assim se fez!

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UMA RECEITA CINEMATOGRÁFICA

Pois vamos deixar de blá-blá-blá e bora partir para a receita, propriamente dita.

Esta é a da Julia Child, que ficou famosa no filme Julie & Julia (que eu amo!). Anote aí:

INGREDIENTES:
  • 50g de bacon
  • 1 colher de sopa de azeite
  • 500g de carne em cubos de 5cm ( lagarto, alcatra ou músculo)
  • 1 cenoura cortada em fatias largas
  • 1 cebola grande cortada em pétalas
  • 1/2 colher de chá de sal
  • 1/2 colher de chá de pimenta
  • 2 colheres de sopa de farinha de trigo
  • 2 xícaras de vinho tinto (de preferência encorpado e jovem, como um Chianti)
  • 2 xícaras de caldo de carne (prefira o caseiro)
  • 1 colher de sopa de extrato de tomate
  • 2 dentes de alho amassados
  • 2 raminhos de tomilho
  • 1 folha de louro 
  • toucinho 
 
MODO DE PREPARO
  • Separe o bacon do toucinho, corte em tirinhas, ferva o bacon com o toucinho e depois escorra e seque antes de fritar o bacon.
  • Ligue o forno para que aqueça em temperatura média-alta (cerca de 230ºC). 
  • Seque os cubos de carne em papel toalha, para que dourem facilmente.
  • Frite o bacon no azeite e quando dourado retire com uma escumadeira e reserve.
  • Deixe a gordura esquentar até quase fazer fumaça.
  • Aos poucos, frite os cubos de carne na gordura do bacon, sem encher muito a panela para que dourem por igual, por todos os lados.
  • Retire os cubos já dourados e reserve junto ao bacon frito. 
  • Doure a cenoura cortada em rodelas e a cebola em fatias na mesma gordura.
  • Descarte o excesso de gordura ao final.
  • Volte a carne e o bacon à panela junto com os vegetais e tempere com sal e pimenta, salpique a farinha de trigo, misture e leve a panela ao forno, deixando a farinha dourar sobre a carne por 4 minutos ou mais.
  • Retire do forno, mexa a carne e retorne a panela ao forno, deixando mais 4 minutos.
  • Ao final, retire a panela e abaixe a temperatura do forno para 160ºC (fogo baixo). 
  • Derrame na panela o vinho e o caldo de carne, cobrindo a carne.
  • Adicione o extrato de tomate, os dentes de alho esmagados , e as ervas.
  • Leve à fervura na chama do fogão.
  • Tampe a panela e transfira-a para o forno, deixe na grade mais baixa do forno, e regule o calor para que o líquido ferva apenas levemente.
  • Deixe cozinhar por 2 e ½ a 3 horas, ou até que consiga espetar um garfo na carne com facilidade.
  • Enquanto a carne assa, prepare as  cebolas e cogumelos glaceados e reserve-os.
CEBOLAS E COGUMELOS GLACEADOS
 
Ingredientes:
  • 1 colher de sopa de manteiga 
  • 300g de cebolas nanicas para conserva, descascadas 
  • 1 xícara de vinho tinto 
  • 300g de cogumelos variados ou de sua preferência 
  • sal e pimenta-do-reino a gosto
 
MODO DE PREPARO:
  • Derreta a manteiga em uma frigideira grande ou panela rasa.
  • Coloque as cebolas inteiras e cozinhe mexendo sempre até dourar.
  • Derrame o vinho sobre as cebolas e deixe cozinhar até quase secar, por cerca de 20 minutos.
  • Depois disto, junte os cogumelos e tampe a panela.
  • Cozinhe até os cogumelos ficarem macios e o molho ficar levemente espesso.
  • Tempere com sal e pimenta e posteriormente junte ao boeuf bourguignon. 
  • Quando a carne estiver macia, coe o conteúdo da panela fazendo com que o molho escorra em uma panela menor.
  • Retorne a carne e o bacon à panela original e disponha as cebolas e cogumelos sobre eles.
  • Retire a gordura aparente do molho e leve ao fogo baixo, fervendo levemente por alguns minutos e retirando alguma gordura que venha a aparecer na superfície.
  • Você deverá obter cerca de 2 xícaras e meia de molho, espesso o suficiente para cobrir o verso de uma colher. Se o molho ficar muito ralo, ferva-o por alguns minutos até reduzir e espessar. Já se estiver espesso demais, ajuste a consistência com um pouco de caldo de carne. Ajuste o tempero, controlando com cuidado o sal e a pimenta. Derrame o molho sobre os a carne e os vegetais. Até este ponto, a receita pode ser preparada na véspera. 

NA HORA DE SERVIR 

Se for servir na hora: aqueça a panela por alguns minutos, umedecendo a carne e os vegetais com o molho. Sirva na própria panela do cozimento ou arranje em um prato, complementando com batatas, massa ou arroz. Se quiser, decore com salsinha.

Se for servir mais tarde: mantenha em geladeira depois de frio. Cerca de 20 minutos antes de servir, aqueça, tampe e deixe ferver em fogo baixo por cerca de 10 minutos, umedecendo os vegetais e a carne com o molho.

Confesso que estava pronta para escrever outra postagem, mas me deparei com algumas cenas de Julie & Julia na rede e senti uma vontade enorme de pesquisar sobre essa receita de Boeuf Bourguignon que já se tornou um clássico da culinária mundial.

Espero que tenham curtido!

Boas Receitas! Bons Vinhos! Tim-Tim!

Referências: Wikipedia, Figos e Funghis, Blog Mixirica, cuisineaz.com

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Wine Chef: Massa de Pastel de Vinho Branco

É isso mesmo que você leu, meu caro enófilo de plantão. O nosso pastel de cada dia elaborado com o mais puro néctar dos deuses.

Quem não gosta de pastel? Seja na feira livre, no Chinês, na Praia, na Padaria…Hummmm… Trata-se, sem dúvida, de uma iguaria que caiu rapidamente no gosto dos brasileiros. E, ao contrário do que muitos pensam, o Pastel não foi criado em terras tupiniquins.

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Pastel Tradicional, com cara de Chinês. O famoso “Sorriso”!

ORIGEM DO PASTEL

O pastel, como hoje conhecemos no Brasil, se difundiu na década de 40 por meio dos descendentes de imigrantes japoneses em Santos (SP), que levaram a receita para todo o estado. A receita rapidamente se espalhou por São Paulo e depois pelo resto do país, sendo ainda na década de 40 um dos alimentos mais consumidos na região, sendo vendido tanto em feiras livres quanto em pastelarias. Na década de 50, o costume de comer pastéis, enfim, chega às cidades de Rio de Janeiro (RJ) e Belo Horizonte (MG).

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Quentinho não tem igual!

Na década de 60, o costume se espalhou para o sul do país, sendo em 1962 fundada a primeira pastelaria da cidade de Maringá (PR), espalhando-se o costume para o Rio Grande do Sul e Santa Catarina durante a década de 1970, quando foi criada a primeira pastelaria de Blumenau (SC).

Quer aprender a fazer essa delícia? Então, anote a receitinha de hoje e bora exercitar os dotes culinários:

Ingredientes

Massa

  • 2 xícaras (chá) de farinha de trigo
  • 1 colher (chá) de sal
  • 2 colheres (sopa) de margarina
  • 2 colheres (sopa) de banha
  • 1 gema
  • 1/2 xícara (chá) de vinho branco
  • 1 colher (sopa) de água

Recheio

  • 3 colheres (sopa) de azeite
  • 1 cebola picada
  • 1 tomate picado
  • 500 g de camarão limpo
  • Sal e pimenta do reino à gosto
  • 1 colher (sopa) de salsa picada
  • 1 colher (sopa) de amido de milho
  • Óleo para fritar

Rende 30 unidades

Deve ficar uma delícia! Ótimo para saborear com uma taça de vinho do lado. Aí, a gente harmoniza de acordo com o recheio. Esse de camarão deve ficar perfeito com Chardonnay. Sensacional! 

ATUALIZADO (27-12-2016)

PREPARAÇÃO PARA O RÉVEILLON

Amigos, o fim do ano está aí e nem sempre é costume fazer ceia de Réveillon. Conheço muita gente que simplesmente faz um jantar ou alguns “belisketes”. O pastelzinho, nesse caso, pode render bastante quando modelados em tamanho menor (ou coquetel, como dizem por aí…). 

No verão uma boa pedida é saboreá-los com espumante brut ou rosé, visto que as borbulhas são superversáteis quando se trata de comida. Tudo porque, geralmente, os recheios variam muito em uma única festinha: carne, queijo, camarão, frango (queijo e presunto)… e tem um que eu adoro, que faz parte do cardápio de um Bar especializado aqui na minha cidade: salmão com cream cheese! Bom demais! 

Ah, e sem falar que com esse calor esse tipo de iguaria cai muito bem com a efervescência geladinha do espumante. Sabe quando você tem vários pratos diferentes e não sabe com o que harmonizar? As borbulhas são verdadeiros coringas. Invista sempre nelas!

Então é isso, enoamigos! Curtam bastante os últimos momentos do ano. Agradeça pelas conquistas e felicidades e esqueça o que foi ruim. Afinal, em breve, começa uma nova etapa. Vem, 2017!

Bons Vinhos! Bom ano novo! Tim-Tim!

Referência: Comida e Receitas

Wine Chef: Risoto ao Vinho Tinto

Gente, foi só bater o olho nessa receita que me deu vontade de publicar por aqui e, óbvio, exercitar meus dotes culinários. Trata-se de uma receita versátil, que vai do jantar romântico ao almoço de domingo. Vamos lá!

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Ingredientes

  • 2 xícaras (chá) de arroz
  • 1/2 garrafa de vinho tinto (pode ser Brunello, Côtes-du-Rhône ou algum outro mais leve, como Merlot ou Pinot Noir)
  • 1 copo de água
  • 4 colheres (sopa) de queijo parmesão ralado (evite os industrializados e aposte no queijo ralado na hora)
  • 1 cebola picada 
  • 80g de manteiga
  • sal a gosto

Modo de Fazer

  • Refogar a cebola na metade da manteiga.
  • Colocar o arroz e fritar durante 2 minutos, mexendo sempre.
  • Pôr o vinho e cozinhar em fogo alto até evaporar o líquido, sem mexer.
  • Acrescentar um copo de água, o sal e o parmesão.
  • Cozinhar em fogo brando por mais 10 minutos.
  • Se necessário, colocar mais água.
  • Quando o arroz estiver no ponto, desligar o fogo e deixar repousando por 5 minutos.
  • Acrescentar a manteiga restante e servir.
  • Rendimento: 4 pessoas.

Eu adoro cozinhar com vinho e vocês? E nada de usar aquele rótulo que você odiou e esqueceu na geladeira, Ok? Valorize sua receita com um bom fermentado e prepare-se para fazer sucesso e impressionar seus convidados.

Ótima quarta-feira! Bons Vinhos! Tim-Tim!

Fonte: Cyber Cook

Wine Chef: Arroz Ao Vinho Branco

Com o néctar de Baco é possível dar uma cara totalmente nova ao nosso branquinho de todo dia.  Quer saber como? Então, prepare-se para aprender a fazer um delicioso Arroz ao Vinho Branco.

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Foto de Marcelo Zocchio

Anote a receitinha e surpreenda aqueles que você ama:

Ingredientes:

  • 3 colheres (sopa) de manteiga
  • 2 colheres (sopa) de cebola picada
  • 1 xícara (chá) de arroz
  • 1 xícara (chá) de vinho branco seco
  • 1 1/3 xícara (chá) de caldo de carne
  • 3 colheres (sopa) de queijo parmesão ralado
  • Salsa (ou salsinha) a gosto
  • Sal a gosto
  • Pimenta-do-reino a gosto

Modo de Preparo:

Em uma panela, derreta a manteiga e junte a cebola. Frite, mexendo sempre, até ficar macia.

Junte o arroz e refogue por alguns minutos.

Em outra panela, aqueça o vinho e o caldo de carne e despeje sobre o arroz. Tempere com sal e pimenta.

Tampe e cozinhe em fogo baixo por 20 minutos ou até o arroz ficar macio. Polvilhe com queijo parmesão.

Decore com salsa grosseiramente cortada e sirva.


Simples e muito saboroso! Uma ótima oportunidade para exercitar os dotes culinários!

Boa terça e ótimos vinhos! Tim-Tim!

Fonte: Revista Claudia

 

Wine Chef: Aprenda a Fazer Um Delicioso Sundae de Vinho

Bom demais saborear aquele sundae com cerejinha no topo! Além de clássico, tem um gostinho de infância que todo mundo conhece. Mas, e se essa delícia for preparada com o nosso amado néctar de Baco? É sucesso na certa! Sobremesa para os adultos se lambuzarem em grande estilo!

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Acredito que foi pensando nisso que a minha amiga Renata Coelho me marcou nesta receitinha que é puro deleite para os amantes do vinho. Caderninho em punho? Então, anota aí:

Você vai precisar de:

  • Um Copo Alto e Largo, do Tipo Long Drink
  • 1 Litro de Sorvete de Baunilha (com Sorvete de Creme também deve ficar ótimo!)
  • 1 Garrafa de Vinho Tinto Leve (um da uva Grenache é a melhor pedida)
  • Água com Gás
  • 1 Pote de Cerejas Marrasquino

Modo de Fazer:

  • Coloque o copo no congelador por cerca de 15 minutos, para que o sorvete não derreta muito depressa, assim que finalizar a sobremesa.
  • Em seguida, adicione 2 colheres de sopa de sorvete de baunilha ou o suficiente para preencher 2/3 do copo.
  • Despeje lentamente e em igual proporção o vinho e a água com gás, a fim de que formem uma cascata por cima do sorvete.
  • Cubra com 2 ou mais cerejas e desfrute!

Com esse calor louco que está fazendo por aqui, é simplesmente a sobremesa perfeita! Aliás, ultimamente só consigo pensar em sorvete, espumante, vinho branco, tudo muito, muito gelado!

Então, se o lance é curtir um bom vinho, mesmo que tinto, bora inventar outras formas de degustá-lo, de preferência com a cara do verão. Bom demais!

Fonte: Pure Wow

Combinando Vinhos com Pratos à Base de Molho Pesto

Azeite, alho,  sal e manjericão batidos no mixer ou liquidificador: isso basta para preparar um delicioso molho pesto! Incrível, como algo aparentemente simples pode incrementar dezenas de pratos, desde o clássico Penne ao Molho Pesto, passando pela Salada Caprese até às famosas Brusquettas, que funcionam bem, tanto como entrada quanto como petisco.

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HARMONIZAÇÃO COM VINHOS

Os vinhos brancos são os que mais combinam com o sabor herbáceo do Pesto. Se tiver um toque mineral, então, melhor ainda! Porém, não é aconselhável lançar mão de vinhos barricados (com passagem por madeira), visto que estes podem abafar o frescor do manjericão e comprometer o sabor do prato.

A UVA VERMENTINO

O par perfeito para o Molho Pesto é, sem dúvida, vinhos elaborados com a casta Vermentino, que não é das mais conhecidas, sobretudo no Brasil. Trata-se de uma cepa branca, típica da costa mediterrânea da Itália, da Sardenha e da Córsega. Por muito tempo, pensou-se que esta casta tinha origem espanhola, mas análises modernas de DNA comprovaram que esta provém da Linguria, estreita faixa litorânea do noroeste italiano.

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Na Toscana,  a DOC Montecucco Vermentino, na província de Grosseto – que exige 85% no mínimo da uva – oferece vinhos frescos, delicados e com certa complexidade. Na terra natal da uva, a Liguria, várias denominações a utilizam em corte e até mesmo como uvas passificadas na elaboração de vinhos do tipo Passito. Além de pronunciada mineralidade, seus aromas mais característicos são os de limão verde, nozes e muitas flores, enquanto na boca costumam se repetir os cítricos acompanhados de maçãs verdes e ótima estrutura.

SAUVIGNON BLANC 

Vale a pena, ainda, optar por um Sancerre, Sauvignon Blanc da região francesa do Vale do Loire. Assim como o Vermentino, ele também esbanja mineralidade, sendo que ainda carrega notas herbáceas adicionais.

Por se tratar de um vinho aromático e de ótima acidez, é possível investir em outros rótulos de Sauvignon Blanc, como os oriundos do Chile e da Nova Zelândia (sem passagem por madeira).

GAMAY PARA OS AMANTES DOS TINTOS

Para aqueles que insistem em um rótulo tinto, eu sugeriria um Gamay, visto que estes exemplares dificilmente iriam se sobrepor ao sabor do Pesto, pois possuem álcool e taninos na medida para sustentar o prato.

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MOLHO PESTO

Na minha opinião, o Pesto é, sem dúvida um dos molhos mais saborosos e saudáveis, com poder de dar um up em pratos a primeira vista um tanto quanto sem graça. Anote a receitinha e impressione em casa:

Ingredientes:

Rende 4 porções.

  • 50 gramas de manjericão fresco (folhas apenas)
  • 2 dentes de alho
  • 100 ml de azeite extra virgem de oliva
  • 6 colheres de sopa de queijo parmesão ralado (cerca de 70 gramas)
  • 2 colheres de sopa de queijo pecorino ralado (cerca de 30 gramas). Importante: se você não encontrar o queijo pecorino, você pode substituí-lo com mais queijo parmesão
  • 1 colher de sopa de pinoli (cerca de 30 gramas)

A receita original pede o uso de um socador para bater as folhas de manjericão, mas para facilitar as coisas te passamos a receita utilizando um liquidificador.

Modo de Preparo

Para começar, é importante lavar as folhas de manjericão mas não com água e sim com um pano úmido. Este processo é muito importante para obter um excelente molho pesto, uma vez que as folhas de manjericão devem estar secas e não podem estar enrugadas. Coloque todos os ingredientes, menos o queijo, no liquidificador. Bata tudo lentamente até que a mistura vire um composto líquido e cremoso. Neste ponto, adicione o queijo e mexa bem até que tudo fique bem misturado. Mantenha o molho pesto na geladeira por durante 2-3 dias num recipiente hermético, tendo o cuidado de cobri-lo com uma camada de azeite extra virgem de oliva.

Então é isso, pessoal! Boa semana! Bons Vinhos! Tim-Tim!

Referências: Vivino, Pecado Vinho

Wine Chef: Risoto de Linguiça ao Vinho Tinto

Um prato que eu adoro saborear no frio é o risoto. Quentinho, é uma beleza! Sem falar que supercombina com uma bela taça de vinho. Se você desanima só de pensar em voltar à rotina amanhã de manhã, alegre-se, pois esta é uma ótima oportunidade de quebrar os paradigmas e preparar um belo jantar em plena segunda-feira.

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Anote a receitinha!

Ingredientes:

  • Azeite a gosto
  • 350 grama(s) de linguiça calabresa cozida e fatiada finamente (de preferência uma que seja levemente picante)
  • 2 litro(s) de caldo de frango ou legumes
  • 1 cebola média picada finamente
  • 2 dentes de alho picados
  • 2 xícara(s) de chá de arroz para risoto (carnaroli, arborio ou vialone)
  • Sal a gosto
  • Pimenta-do-reino preta a gosto
  • 1 e 1/2 copo(s) de vinho tinto
  • 1 xícara(s) de chá passata de tomates (pasta de tomate)
  • 2 tomates sem sementes e picados em cubos
  • 1 colher(es) de sopa de sálvia fresca picada
  • 8 colher(es) de sopa de queijo pecorino ralado na hora
  • 4 colher(es) de sopa de manteiga para finalizar
  • Lascas de pecorino para decorar
  • Folhas de sálvia para decorar

Modo de Preparo:

Aqueça bem uma panela com um pouco de azeite. Adicione a linguiça e refogue até que ela fique dourada. Para que ela ganhe cor, não encha a panela demais nem fique mexendo o tempo todo, apenas de vez em quando. Se necessário, doure a linguiça em várias levas.

Enquanto isso, mantenha o caldo de frango fervendo em uma outra panela. Quando a linguiça estiver dourada, retire-a e reserve. Na mesma panela, adicione então a cebola e o alho e refogue até que eles murchem.

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Junte o arroz e continue refogando, até que os grãos estejam levemente translúcidos e bem cobertos de azeite. Tempere levemente com sal e pimenta-do-reino. A receita leva linguiça receita e queijo pecorino, ambos já são salgados.

Acrescente o vinho e vá mexendo até o álcool evaporar. Quando este reduzir e o risoto estiver ficando seco seco, misture a passata. Nesta hora junte também as linguiças que estavam reservadas.

Continue mexendo o risoto e sempre que ele parecer muito seco, adicione um pouco do caldo de frango. Prossiga mexendo e adicionando o líquido a medida que for secando até que os graos estejam macios, porém firmes (al dente).

O risoto deve sempre estar úmido e com um caldo cremoso. Se ficar seco demais, adicione mais caldo, mas tome cuidado para não deixá-lo muito líquido. Quando o arroz estiver quase no ponto desejado, acrescente os tomates e a sálvia picados.

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Coloque o queijo e a manteiga. Mexa até derreter e ajuste o sal e a pimenta. Desligue o fogo e, se achar necessário, corrija a textura do risoto com um pouco mais de caldo.

Decore o prato com algumas lascas de pecorino, algumas folhas de sálvia e um fio de azeite.

Receita de autoria dos chefs Cristiano Lana e Erik Nako
Fonte: Uol