Notas de Prova: Brindei ao Natal com Um Rosé Italiano (Aprovadíssimo!)

Enoamigos, acharam que não iriam me ver mais por aqui em 2017? Pois hoje cheguei para quebrar paradigmas. E quando a gente fala isso no mundo do vinho logo me vem um belo Rosé à mente! Ontem, inclusive, me surpreendi com os números apresentados pelo especialista Rafael Puyau no Wenbinar “O Futuro é Rosé“, apontando que, no Brasil, a quantidade de homens que apreciam a bebida já ultrapassa a das mulheres. Ou seja, essa história que “Rosé é vinho de mulherzinha” já caiu por terra há muito tempo.

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Quem me conhece sabe que sempre fui fã dos rosados! Nesse Natal, escolhi um rótulo italiano frutado, descontraído e versátil, que recebi da Winebrands Brasil. E, antes que alguém me pergunte o porquê de sua versatilidade, afirmo que o vinho harmonizou com todos os pratos, do Tender ao Salpicão. Sem falar que o calor que tem feito aqui o Rio de Janeiro tem pedido cada vez mais por esse estilo de vinho, ideal para beber na piscina e à beira mar. 

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STA CRISTINA CIPRESSETO ROSÉ 2015 – ANTINORI

Visual: Casca de cebola intenso e muito límpido.

Olfativo: Muito frutado, com notas de frutas vermelhas frescas, como cereja e framboesa.

Gustativo: Fresco, equilibrado, frutado, com nuances que correspondem ao nariz.

Fora as notas de prova, o rótulo dele é lindo e representa os ciprestes típicos da região da Toscana, na Itália. Elaborado, sobretudo, com a tinta mais importante da região, a Sangiovese, tem presença e personalidade. Ou seja, um rosé muito agradável, do tipo que não pode faltar na sua adega nesse verão e em todas as demais estações do ano.

Então é isso, meus amigos! Sem dúvida vocês vão me ver curtindo vários rótulos rosés nesse verão!

Aqui você confere 5 pratos que harmonizam perfeitamente com o néctar rosado!

E quer saber qual o espumante que vou brindar à chegada de 2018?

Já adianto que é um Rosé Nacional delicioso!

Confira o vídeo que fiz para o nosso Instagram Vila Vinífera.


Então é isso, galera do vinho! Continuem acompanhando a nossa saga em prol da democratização do vinho! Feliz 2018! Ótimos vinhos! Tim-Tim!

  • Esse post reflete minha opinião sincera sobre o produto em questão.

Notas de Prova: Um Verdejo Leve e Perfeito Para os Dias de Calor

Enoamigos, estamos na temporada dos brancos, rosés e espumantes. Pelo menos para mim, claro, pois sei de gente que não abre mão do tinto por nada no mundo. Vinho tinto no calor me dá mais calor ainda, sobretudo aqui no Rio, onde os termômetros já marcam de 30 graus para cima.

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Então, imaginem a minha alegria quando recebi da WineBrands esse Verdejo Espanhol da Real Compañía de Vinos? Degustei sem medo de ser feliz! Sem falar que me deu a maior vontade de falar para vocês sobre essa uva branca, menos comum por aqui. É leve e fresca, com ótima acidez. Harmoniza com verão e frutos do mar. Amei!

CONHEÇA A VERDEJO

A uva branca Verdejo possui grande notoriedade e é destaque nas regiões espanholas de cultivo e elaboração de bons vinhos. Os exemplares elaborados com a Verdejo são muito elegantes, frutados e frescos, apresentando, em geral, elevado teor alcoólico, além de possuir uma acentuada acidez.

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Usada com sucesso na elaboração de vinhos varietais, a Verdejo também apresenta ótima combinação com as castas Sauvignon Blanc e Viura. Os vinhos produzidos a partir da uva Verdejo costumam ser consumidos ainda jovens, entretanto, é possível encontrar excelentes rótulos com maturação prolongada, chegando a uma década.

A Verdejo confere aos vinhos uma coloração verde dourada, que pode variar de acordo com o método de vinificação utilizado por cada produtor. A uva produz vinhos conhecidos por seu caráter cítrico e herbáceo, além do peculiar toque de noz e nuances de mineralidade.


NOTAS DE PROVA

Visual: Amarelo-palha médio, com reflexos verdeais, é límpido e transparente. Fica lindo na taça.

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Olfato: Notas de frutas brancas, cítricas e um toque herbáceo bem particular.


Gustativo: Em boca, é leve, fresco e equilibrado. Pouco se sente os 14,5% de teor alcoólico. Tem um retrogosto meio-amargo, próprio da casta.


Harmonização: Frutos do mar, incluindo pratos da culinária oriental, sobretudo japonesa e tailandesa.


Enfim, amigos, certamente a partir de agora vocês verão mais comentários sobre vinhos brancos, rosés e espumantes. Isso não quer dizer que os tintos não serão consumidos até segunda ordem. Afinal, um Pinot Noir numa temperatura menor, assim como outras castas mais leves, como Pipeño e Gamay são sempre bem-vindas, inclusive no calor que tem feito por aqui. Mas tem sempre aquele dia em que a harmonização pede um tinto. Com ar-condicionado bombando, claro!

Ótima semana para vocês! Bons vinhos! Tim-Tim!

*Este post é um publieditorial.

Referência: Mistral.

Notas de Prova: Perdriel Series 2014, um Malbecão de Respeito

Atenção, Malbec Lovers, está aí um rótulo que me supreendeu superpositivamente. O Perdriel 2014, da Winebrands Brasil, é daquele tipo que chega chegando, com notas olfativas bem intensas. Perfeito para um churrasco ou simplesmente para harmonizar com aquele bate-papo descontraído.

Como sou daquelas que adora ler um contrarrótulo, logo de cara fui tomada por uma grande expectativa, sobretudo pelo mesmo mencionar que o vinho em questão provinha de um vinhedo centenário, com videiras que vão dos 50 aos 80 anos de idade. E não decepcionou!

NOTAS DE PROVA

VISUAL: Vermelho-Rubi, com nuances violáceas. Límpido, com leve opacidade.

OLFATO: Forte presença de ameixas, frutas vermelhas maduras, defumado, tabaco, especiarias, canela, cravo, além de uma mineralidade intrigante, difícil de ser encontrada em outros malbecs da mesma região. 

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BOCA: De médio corpo, em boca é muito agradável, com taninos redondinhos, muito equilíbrio e persistência. 

HARMONIZA COM.. pratos à base de carnes vermelhas e queijos de massa mole. Pede gordura!

UM POUCO MAIS SOBRE A MALBEC

Malbec é uma variedade de uva tinta nativa do sudoeste da França (sobretudo da área em torno de Cahors). Porém, foi na Argentina que esta casta ganhou fama, mais especificamente em Mendoza, região responsável por qualificar a Malbec como uva mais representativa dos porteños, tendo-os colocado definitivamente no mapa do vinho mundial.

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A Malbec geralmente amadurece no meio da estação de crescimento e produz uvas pequenas e intensamente pigmentadas. Como é tão sensível ao seu ambiente crescente, o nível de amadurecimento tem um efeito considerável na estrutura do vinho. No geral o os Malbecs franceses tendem a ser mais carnudo, rústico e tânico, enquanto os exemplares argentinos são igualmente ricos, maduros, intensos e suculentos. Em ambos os lados do Atlântico, os vinhos Malbec geralmente são envelhecidos em carvalho para melhorar sua estrutura e potencial de envelhecimento.

FINCA PERDRIEL

Há mais de cem anos foi fundado em Mendoza o primeiro vinhedo da Bodega Norton, o Finca Perdriel. Este vinhedo se caracteriza por ter a superfície do solo mais fina que a média da região, o que diminui a capacidade de retenção da água. Por este motivo, as uvas do vinhedo Perdriel são altamente concentradas, produzindo vinhos encorpados de cor intensa, saborosos e com alta capacidade de guarda.

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O Perdriel Series 2014 é elaborado 100% com uvas Malbec, sendo amadurecido em barricas de carvalho de 1º e 2º uso, além de 10 meses em garrafa antes de ir para o mercado. Apesar do teor alcoólico de 14,3%, há um equilíbrio notório entre acidez, taninos e alcoolicidade.

Esse vinho está à venda aqui, no site da WineBrands Brasil. 


Então é isso, enoamigos, começando a semana a todo vapor. Semana curtinha, é verdade! Mas com muito estudo  e vinho pela frente!

Até a próxima! Ótima semana! Ótimos Vinhos! Tim-Tim!

*Esse artigo expressa minha opinião sincera sobre o produto em questão.

Notas de Prova: (Tellus 2015): Toda a Personalidade de um Syrah Italiano

Sim, você leu certo! Syrah italiano! Aliás, quando se trata de vinhos do país da bota, a gente já espera logo por castas clássicas das regiões, como Sangiovese, Nebbiolo e por aí vai… Enfim, cepas francesas geralmente aparecem em cortes com uvas tipicamente italianas. Porém, não neste caso. O Tellus, que recebi da Winebrands Brasil, é um vinho 100% Syrah, produzido pela vinícola Falesco na região de Lazio, a 300 de altitude e amadurecimento de 5 meses em barricas de carvalho francês de segundo uso. 

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GARRAFA LINDA, INSPIRADA NOS ROMANOS

Antes de tudo, vale citar que o nome Tellus remete à deusa romana da terra, tanto que sua ampola (linda, por sinal!) foi inspirada nas antigas garrafas do império romano, mais baixa e larga na lateral, do tipo que chama a atenção em qualquer prateleira.

Criado em 2009, seu rótulo é o quadro vencedor de um concurso com artistas, no Castel Sant’Angelo, em Roma, para a criação da nova imagem do produto. Agora que já falei um pouquinho sobre ele, vamos às notas de prova!

TELLUS

NOTAS DE PROVA

Achei o vinho elegante e com notas bem típicas da uva Syrah. Sabe aquela picância, própria dos fermentados da casta? Esse tem! É do tipo que acompanharia superbem com carne temperada com especiarias. Perfeito!

 

VISUAL:  Vermelho-rubi intenso, com reflexos violáceos. Bem límpido, possui cor de vinho jovem mesmo e logo de cara a gente já imagina uma safra 2015 ou 2016 (neste caso, 2015).

OLFATIVO: Frutas do Bosque, ameixa e especiarias, com nuances de pimenta-do-reino.

BOCA: Picante em boca, com médio corpo e taninos presentes, afinal, trata-se de um vinho jovem. Mas nada que incomode o paladar. Deixa a boca enxuta e conta com média persistência (contém uns 6 segundos).

  • Recomendo aerar em Decanter, a fim de estimular a liberação de todos os aromas e amaciar os taninos.

  • É um vinho pronto, mas que pode esperar na adega por mais uns 3 anos e só tem a ganhar.

  • A presença da madeira é bem discreta, mal se nota. Provavelmente pelo fato de ter passado por barricas de segundo uso. Supercombinou com o estilo do vinho. Eu curto!


Então é isso, enoamigos! O Tellus Syrah 2015 está à venda no site da importadora Winebrands Brasil.

Até a próxima e ótimos vinhos! Tim-Tim!

*Esse artigo expressa minha opinião sincera sobre o produto em questão.

 

Notas de Prova: Fácil de Beber, 1 Bottle of Red CS 2015 Harmoniza Com Amigos e um Bom Bate-Papo (BEST BUY)

Recebi uma amostra do 1 Bottle of Red, da Winebrands Brasil, e confesso: por se tratar de um chileno, demorei um pouquinho a degustá-lo. Afinal, eu tinha acabado de voltar do Chile e ainda teve a feira do Rio Wine and Food Festival… Ou seja, pensei, “Vou dar um tempinho nos chilenos e provar outras coisas”. Até que, numa sexta de friozinho, não resisti e coloquei a ampola  para jogo (esse lance de “ampola”, aprendi com meu amigo Fernando Lima. Muito chique).

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Sem dúvida, uma ótima companhia para a sua série favorita

Enfim, foi uma sábia decisão. Apesar de se tratar de um Cabernet Sauvignon, o 1 Bottle conta com taninos macios e muito agradáveis em boca. Sabe aquele vinho para beber acompanhado de petiscos, amigos e um bom bate-papo? É ele! Desce fácil, fácil e delicioso! Sem falar que o custo x benefício é ótimo (R$41,40) no site da marca.

Resultado: harmonizou perfeitamente bem com seleção de queijos, torradinhas e Outlander, minha série favorita. Curti mesmo! Porém, não espere por complexidade. É um vinho para beber sem compromisso, curtindo toda a expressão da Cabernet Sauvignon. 

NOTAS DE DEGUSTAÇÃO

VISUAL: Rubi-escuro, com reflexos rubi-claro. Cor linda e ótima limpidez.

OLFATO: No nariz, frutas do bosque, com destaque para morangos silvestres e frutas negras, como ameixa e amora.

GUSTATIVO: De médio corpo e taninos sedosos, é um vinho muito agradável em boca, com ótima estrutura entre àlcool, acidez e taninos.

HARMONIZAÇÃO: É um bom parceiro para queijos, patês, massas e pratos à base de carne vermelha.

FICHA TÉCNICA

ONE BOTTLE OF RED CABERNET SAUVIGNON

  • TINTO | SAFRA 2015

  • TEOR ALCOÓLICO: 13% | SERVIR À TEMPERATURA DE 16o C |

  • VARIEDADES: 87,5% Cabernet Sauvignon e 12,5 Merlot

  • AMADURECIMENTO: Não passa por amadurecimento em madeira.

  • PAÍS: CHILE

 

  • REGIÃO: VINHEDOS DO CHILE

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Acredito que, por se tratar de um corte de Cabernet Sauvignon, com um toque de Merlot, senti que esta última foi essencial para domar os jovens taninos da CS. Sim, é um “Best Buy”, ótima compra, sobretudo em virtude do fator qualidade x preço.

E o fim de semana pós-feriado? Animados? Aliás, sexta é aquele dia em que a gente já acorda pensando no vinho da noite. Convoque os amigos e curta em ótima companhia!

Até a próxima! Ótimos vinhos! Tim-Tim!

*Esse artigo expressa minha opinião sincera sobre o produto em questão.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Notas de Prova: Toda a Versatilidade do Château de Dracy Bourgogne Pinot Noir

Sabemos que a região francesa da Borgonha produz alguns dos melhores vinhos da casta Pinot Noir em todo mundo, incluindo, aí, alguns rótulos icônicos. Sem dúvida, é um dos meus estilos de vinho preferido, sobretudo aquele mais frutado, com toda a tipicidade da região e da varietal.

E foi aí que na semana passada recebi mais uma amostra da importadora WineBrands para analisar em minhas notas de prova, o Château de Dracy, da Família Bichot, que desde 1905 produz o rótulo, que já virou um clássico da vinícola. Delicado, jovial e elegante, é pura versatilidade quando se trata de harmonização, podendo ser facilmente combinado a pratos poucos condimentados, entre eles grelhados, aves e queijos. Por sua leveza, pode ser, inclusive apreciado sozinho numa temperatura em torno de 12ºC, mais baixa que o ponto de serviço de grande parte dos tintos.

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A FAMÍLIA BICHOT

A família Bichot escolheu a Borgonha como lar em 1350, antes mesmo de o Brasil ser descoberto! Eram comerciantes em Monthélie, mas foi a partir do século XIV que Albert Bichot imprimiu grande impulso aos negócios da família, transferindo-se para Beaune, onde desde então a família se dedica à produção de vinhos.

Atualmente Albéric Bichot, sexta geração dos Bichot, está no comando dos Domaines que se estendem por 100 hectares de vinhedos em Chablis, Côte de Nuits, Côte de Beaune e Côte Chalonnaise e em algumas parcelas produz vinhos orgânicos, o que mostra o respeito e os princípios deste produtor.

Merecem destaque alguns Domaines que deram o devido reconhecimento à Família Bichot e que estão presentes hoje nos melhores restaurantes da França e em mais de cem países:
• Domaine Long Depaquit, em Chablis (65 ha)
• Domaine du Clos Frantin em Nuits Saint Georges (13 ha), na Côte de Nuits
• Domaine du Pavillon em Pommard (17 ha), na Côte de Beaune
• Domaine Adélie em Mercurey (4,2 ha), na Côte Chalonnaise

Albert Bichot é um recordista de prêmios. Já recebeu mais de 1.200 prêmios por todo o mundo, desde os desconhecidos de grande parte dos consumidores, Burgundy Report, Weinwirtschaft ou Clive Coates, entre outros, até os mais conhecidos, como Decanter World Wine Awards, Wine Enthusiast, Guide Hachette, Guide Bettane Desseauve e Gaulte Millau, no qual o Grands Echezeaux Grand Cru obteve em 2006 99/100. A nota comprova a qualidade e o respeito que os mercados francês e mundial têm por esse excepcional produtor da Borgonha.

O CHÂTEAU DE DRACY

A propriedade do Château de Dracy está localizada no extremo sul da Côte de Beaune, margeando a Côte Chalonnaise. Seus 17 ha. de vinhedos estão em uma íngreme encosta, o que favorece a iluminação e a drenagem do solo. As técnicas de cultivo e produção favorecem a expressão do terroir e a autenticidade dos vinhos.

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Château de Dracy lès Couches

O Château de Dracy é um castelo que inicialmente era usado como fortaleza militar, construído em 1298, que pertencia à defesa do Ducado da Borgonha. O castelo passou por muitas modificações ao longo dos séculos. A vinícola e adega, um edifício de 75 metros, construído em 1728, ainda estão em uso. Hoje em dia o castelo pertence à Benoît
de Charette, gerente geral da Maison Albert Bichot.

VINIFICAÇÃO

Os vinhedos do Chateau de Dracy estão situados ao norte de Saone et Loire. Com solos formados por argila e calcário, bem como vinhas com exposição Sul e Suldeste. O manejo de cada lote  é monitorado pela equipe técnica da família Albert Bichot.

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A colheita é manual, feita em caixas de 25kg. Após a triagem, as uvas seguem por gravidade para tanques de fermentação sem prensagem. A maceração fermentativa é feita em tanques de carvalhoe em aço inox por um período de 18 a 25 dias.

Num primeiro momento, o vinho permanece a temperatura de 10°C a 14°C, a fim de extrair o caráter frutado da Pinot Noir. Em seguida, trabalha-se o corpo e o tanino da Pinot Noir, fermentando o mosto a temperatura entre 20 e 30°C, com remontagens diárias. O amadurecimento do vinho ocorre em tanques de aço inox e em carvalho por um período de 8 a 12 meses.

NOTAS DE PROVA

VISUAL: vermelho-rubi-claro, com reflexos púrpura e nuances atijoladas, típicas da uva Pinot Noir. 

OLFATIVO: no nariz, é frutado com notas herbáceas. Ressalto as frutas vermelhas maduras, chamando bastante a atenção para a cereja. 

GUSTATIVO: é leve e possui ótimo equilíbrio entre acidez e tanicidade. O final é curto, porém saboroso. As notas olfativas se confirmam em boca, com destaque para a sedosidade dos taninos. Um estilo jovial e envolvente. 

  • TEOR ALCOÓLICO: 12,5% 
  • SERVIR À TEMPERATURA DE 16ºC (aqui no Rio de Janeiro ficou ótimo a 12ºC)
  • VOLUME: 375ml/750ml
  • 100% elaborado com a casta Pinot Noir
  • Safra: 2013

HARMONIZAÇÃO

O Château de Dracy Pinot Noir é um ótimo parceiro para carnes vermelhas leves e não gordurosas, assim como para queijos de massa mole (brie, camembert..), massas,  pizzas vegetarianas, grelhados e aves cozidas no vinho. 


Você encontra o Château de Dracy Pinot Noir à venda AQUI no site da WineBrands. Se for degustá-lo, depois me manda uma mensagem dizendo que achou dele. Adoro contrapor as minhas opiniões com as de outras pessoas. Eu, particularmente, achei esse rótulo com uma perfeita tipicidade. Ou seja, se você nunca degustou um Pinot Noir da Borgonha, pode se jogar nele!

Então é isso, enoamigos! Até a próxima! Ótimos vinhos! Tim-Tim!

*Esse artigo expressa minha opinião sincera sobre o produto em questão.

Notas de Prova: Ribeiro Santo 2014 – O Dão Pelo Enólogo Carlos Lucas

Costumo dizer que, assim como as pessoas, os vinhos são organismos vivos, que se expressam de formas diferentes entre si. Ontem recebi da Winebrands uma amostra do Ribeiro Santo, um menino da região portuguesa do Dão.  No início me pareceu um pouco tímido na taça, mas aos pouco, conforme fomos trocando ideias, enfim, ele foi se soltando.

Batemos um longo papo na companhia de uma irresistível pizza de cogumelos do Da Carmine, um dos meus restaurantes favoritos em Niterói. Digo que se trata de um menino, pois ainda pode evoluir muito em garrafa, como muitos dos seus irmãos lusitanos. Possui médio corpo, aroma e alma! Logo de cara, me levou por um bosque de frutos vermelhos maduros, flores  e especiarias.

Foi elaborado por Carlos Lucas com varietais bem típicas do Dão: Touriga Nacional,Tinta Roriz e Alfocheiro, sem passagem por madeira, preservando a expressão da fruta. Se é gastronômico? Muito! Quer saber o que mais achei dele?

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NOTAS DE PROVA

VISUAL: Límpido, de coloração vermelho-rubi intenso, com reflexos rubi-claro.

OLFATIVO: Frutas vermelhas, com destaque para Amora. Notas florais que lembram violetas e um toque de especiarias (imagino ser pimenta-do-reino).

GUSTATIVO: Em boca, possui médios corpo e tanicidade , mantendo a tipicidade dos rótulos portugueses. De boa acidez, termina de se expressar de um jeito fresco e redondo.

HARMONIZA COM… Entradas, queijos, carnes leves e, inclusive, um típico bacalhau.

SOBRE O ENÓLOGO CARLOS LUCAS

Carlos Lucas iniciou a sua carreira como enólogo em 1992 na Adega Cooperativa de Nelas, após ter concluído  a sua formação em enologia com um DAA em Viticultura e Enologia na Escola Superior Nacional de Agronomia de Montpellier.

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Ainda no Dão foi sócio fundador da empresa  Dão Sul onde foi Administrador e liderou a equipe de enologia desde 1994 até Agosto de 2011. Foi na década de 2000 que iniciou a produção de vinhos em outras regiões como o Douro, o Alentejo, a Bairrada e região de Lisboa. Ainda teve tempo para se dedicar a projetos além-fronteiras, com a produção de vinhos no Vale de São Francisco (Brasil), no Piemonte em Itália e ainda no Priorat, na vizinha Espanha.

Em todas estas regiões elabora vinhos para todos os gostos, desde entradas de gama a vinhos de topo reconhecidos pela imprensa nacional e internacional.

Seu trabalho foi reconhecido enquanto Administrador com vários prêmios entre os quais  “Empresa do Ano 2002”, “Empresa do Ano 2006” e “Enoturismo do ano 2008”.

Foi juri dos mais importantes concursos de vinhos mundiais  de onde se destaca a sua presença desde 1997 no Chalange Internacional du Vin em Bordeaux.


Quer conhecer o menino Ribeiro Santo 2014? No momento, ele se encontra à venda no site da WineBrands Brasil. A loja me enviou uma amostra para avaliar e contar o que achei para os meus leitores do Vila.

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Então é isso, enoamigos! Até a próxima! Bom feriadão! Ótimos vinhos! Tim-Tim!

Referências: Winebrands Brasil, Magnum Carlos Lucas Vinhos. 

*Esse artigo expressa minha opinião sincera sobre o produto em questão.