Vinhos de Primavera: As Cores e Os Sabores da Meia-Estação

A Primavera está chegando com calor e sim: muitos e muitos vinhos!

Vila Vinífera

Num país de tintos, é comum os enófilos terem dúvidas sobre o que beber na primavera. Até porque o tempo anda meio maluco mesmo. Aqui no Sudeste, ora faz frio, ora calor e em certas ocasiões a temperatura está agradável. Ou seja, às vezes aquele tinto mega encorpado acaba não descendo bem ou deixando de combinar com aquele prato leve, que é a cara da meia-estação.

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Fato que ainda hoje exista um certo preconceito quanto a brancos e rosés. Mas, amigo, deixe essa ideia de lado e descubra como desfrutar de um belo dia de sol ao lado de um desses exemplares. Como vocês bem sabem, eu admiro demais aquele apreciador que ousa sair fora da caixinha, provando e aprovando essas delícias. Afinal, costumo dizer que há um tipo de vinho para cada momento. E você está prestes a desvendar esses segredos.

RENDA-SE AOS VINHOS ROSÉS

Por isso, quando penso em…

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(Entrevista) Wallace Neves: Após 4 anos no comando do L’Etoile, o Embaixador Brasileiro dos Vinhos do Alentejo Parte para Novos Desafios

Ao observar o jeito tranquilo e pacato de Wallace Neves, a gente nem imagina que o Sommelier esteve por quatro anos no comando do serviço dos vinhos no L’ Etoile, um dos restaurantes mais elegantes e sofisticados do Rio, situado na cobertura do Hotel Sheraton.

Aliás, os dois últimos anos foram de muitas experiências e conquistas para Wallace. Em 2016, ele venceu um dos concursos mais badalados entre os profissionais cariocas, o “Sommelier do Ano”, organizado pelo evento Rio Wine Food and Festival. Já esse ano, por sua vez, sagrou-se “Melhor Sommelier do Alentejo no Brasil”, numa disputa realizada em Évora (Portugal), quando desbancou outros nove finalistas. 

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Foto: Revista Veja

Porém, agora, o Sommelier decidiu alçar novos voos. E  eu, como jornalista e futura colega de profissão, fiquei superfeliz por ter tido a honra de bater um papinho com ele, que é, sem dúvida, um dos caras que eu mais adimiro no mundo do vinho.

Vamos lá!

Vila Vinífera: De onde vem a paixão pelo vinho? Quando decidiu abraçar a carreira
de Sommelier?

Wallace Neves: A paixão pelo vinho para mim está associada a o que está em volta dele. A história, a cultura, a arte, o desafio de se fazer um vinho e, entre outras coisas, o brinde. A decisão de me tornar um Sommelier partiu no ano de 2007, quando eu ainda estudava no CETEP, o curso técnico em hotelaria. Sempre gostei muito de literatura, leio muitos livros sobre os mais variados assuntos. E, nesse ano, numa revista sobre gastronomia, li a matéria sobre o Gianni Tartare. Lá explicava um pouco sobre a rotina de um Sommelier. Ali, acredito que a profissão me escolheu.

 

Vila Vinífera: Qual foi o maior desafio durante o tempo em que esteve à frente do L’Etoile?

Wallace Neves: Foram muitos desafios. O primeiro deles foi a barreira linguística. Toda a equipe da cozinha era de outros países do continente. Nosso chef executivo era o renomado Jean Paul Bondoux, proprietário do aclamado La Bourgogne. Eu chefiava o salão. No primeiro momento era apenas eu. A equipe que tinha em mãos era sem experiência em restaurantes gastronômicos. Alguns eram de restaurantes no estilo Buffet, outros Roon Service e havia aqueles que ainda não tinham qualquer experiência no ramo.

Abrimos o L’Etoile aos poucos. Primeiro para o corpo executivo do hotel, depois para alguns hóspedes. Tive que focar nas escolhas das bebidas. Que não foi nada fácil! Todos sabem que o marcape dos Hotéis são superiores à maioria dos restaurantes. Tivemos muita rotatividade de funcionários. Então, pensamos em ter alguém para dividir a responsabilidade de comandar o serviço de sala do restaurante. Nesse momento encontrei um cara que foi o melhor maître que trabalhei até hoje. Jovem, como eu, geração Y, organizado e chato. O sucesso partiu dessa união nossa junto com os Chefs. Essa parte operacional ficou resolvida. Inauguramos oficialmente. Um grande êxito! 

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Wallace Neves no salão do L’Etoile, onde atuou por quatro anos. Foto: Murillo Tinoco

Porém, nossa missão era tornar o L’Etoile um dos melhores franceses da Cidade. Creio que conseguimos. E nesse percurso tive o privilégio de harmonizar os menus de grandes Chefs premiados no Michelin da Europa, como o Ricardo Costa, Rodrigo Ayalla, Guy Krenzer, Chiho Kanzaki e claro, o estreladíssimo Alain Ducasse. Esse último, foi uma das mais altas realizações da minha carreira. 

Vila Vinífera: Você venceu dois concursos superimportantes. O que isso tudo lhe trouxe de experiência e aprendizado?

Wallace Neves: Acredito que as competições existem para nos manter atualizados. Sem dúvida estudamos muito mais quando nos colocamos à prova. Essas duas competições nos garantem viagens por importantes regiões vinícolas, traz visibilidade, reconhecimento e um pouco de prestígio. Mas não definem um bom profissional. 

Vila Vinífera: Quais são seus planos daqui para frente?

Wallace Neves: Hoje quero compartilhar um pouco dos conhecimentos adquiridos nesses 10 anos de estudos. Continuar aprendendo e me inspirar cada vez mais. Ainda tenho muitos planos. Acredito que não estou nem na metade desse percurso. Nesse momento, estou com consultorias, dou aula para a turma de profissionais na Associação Brasileira de Sommeliers (ABS-RJ) e estou em negociação com uma importadora que, em médio prazo, vai surpreender o mercado. 
Vila Vinífera: Qual conselho você daria para um profissional que está iniciando na carreira?
 Wallace Neves: Humildade, força e coragem.

Sem dúvida, quem o conhece sabe que humildade, força e coragem ele tem de sobra! E olhos atentos, pois vocês ainda vão ouvir falar muito de Wallace Neves no mundo do vinho, sobretudo porque, para esse profissional superdedicado, o céu é o limite!
Desejo toda a sorte e sucesso para você, Wallace!
Então é isso, gente. Espero que tenham gostado da entrevista, que certamente será a primeira de muitas que virão por aí.
Até a próxima! Ótimos vinhos! Tim-Tim!

8 Modelos de Saca-Rolhas Indicados Inclusive Para Iniciantes

Já escolheu o seu modelo favorito?

Vila Vinífera

Enoamigos, não há nada mais prático para qualquer amante dos vinhos do que ter um excelente saca-rolhas sempre a mão. E, acreditem, muitas vezes encontrar o seu queridinho não é tarefa fácil. Sem falar que nem todos os rótulos são ideais para cada tipo de saca-rolhas.

Por exemplo, vinhos de guarda, há tempos armazenados, devem ter suas rolhas retiradas de forma delicada e, portanto, precisam de um acessório que trabalhe com eficácia. Ou seja, trata-se de um acessório simples, mas, ao mesmo tempo muito útil e que atende a diversas necessidades.

Mas aí, você, leitor do Vila, deve estar se perguntando, “Mas esse já é o segundo artigo sobre saca-rolhas”.. Sim, é isso mesmo! Às vezes o novo conteúdo vale a pena uma nova postagem, mais objetiva. Então, bora descobrir quais são os modelos mais descolados e indicados por sommeliers de todo o mundo? Prepare-se:

1- SACA-ROLHAS DE DOIS ESTÁGIOS

Esse…

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Combinando Vinhos com 8 Estilos de Batatas Fritas

Combinações irresistíveis para quem é apaixonado por vinho e batata frita :p

Vila Vinífera

E o assunto de hoje é um dos meus preferidos – sou irremediavelmente apaixonada pela arte de harmonizar vinho e comida. Nesses últimos dias, estava pensando em Batata Frita. Quem resiste a elas? Crocantes, salgadinhas e saborosas, fazem bonito tanto como acompanhamento para um jantar quanto como entrada ou simplesmente para beliscar com os amigos. Com vinho! Sim, nessa hora, esqueça a cerveja e abra seus horizontes.

Mas aí, você deve estar pensando… “Qual o melhor vinho para acompanhar essa delícia?”. Bora descobrir? Então, vamos lá!

BATATAS FRITAS CLÁSSICAS – ESPUMANTE 

Sem dúvida, é a combinação perfeita quando se trata de batatas-fritas. Se forem as clássicas, sem nenhum molho, nada melhor que harmonizar com Espumante de sua preferência (eu curto muito o Brut Nature!). Tudo porque a alta acidez, as borbulhas e o sabor da bebida se equilibram com o sal, a gordura e o carboidrato do prato. Experimente e…

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Notas de Prova: Fácil de Beber, 1 Bottle of Red CS 2015 Harmoniza Com Amigos e um Bom Bate-Papo (BEST BUY)

Recebi uma amostra do 1 Bottle of Red, da Winebrands Brasil, e confesso: por se tratar de um chileno, demorei um pouquinho a degustá-lo. Afinal, eu tinha acabado de voltar do Chile e ainda teve a feira do Rio Wine and Food Festival… Ou seja, pensei, “Vou dar um tempinho nos chilenos e provar outras coisas”. Até que, numa sexta de friozinho, não resisti e coloquei a ampola  para jogo (esse lance de “ampola”, aprendi com meu amigo Fernando Lima. Muito chique).

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Sem dúvida, uma ótima companhia para a sua série favorita

Enfim, foi uma sábia decisão. Apesar de se tratar de um Cabernet Sauvignon, o 1 Bottle conta com taninos macios e muito agradáveis em boca. Sabe aquele vinho para beber acompanhado de petiscos, amigos e um bom bate-papo? É ele! Desce fácil, fácil e delicioso! Sem falar que o custo x benefício é ótimo (R$41,40) no site da marca.

Resultado: harmonizou perfeitamente bem com seleção de queijos, torradinhas e Outlander, minha série favorita. Curti mesmo! Porém, não espere por complexidade. É um vinho para beber sem compromisso, curtindo toda a expressão da Cabernet Sauvignon. 

NOTAS DE DEGUSTAÇÃO

VISUAL: Rubi-escuro, com reflexos rubi-claro. Cor linda e ótima limpidez.

OLFATO: No nariz, frutas do bosque, com destaque para morangos silvestres e frutas negras, como ameixa e amora.

GUSTATIVO: De médio corpo e taninos sedosos, é um vinho muito agradável em boca, com ótima estrutura entre àlcool, acidez e taninos.

HARMONIZAÇÃO: É um bom parceiro para queijos, patês, massas e pratos à base de carne vermelha.

FICHA TÉCNICA

ONE BOTTLE OF RED CABERNET SAUVIGNON

  • TINTO | SAFRA 2015

  • TEOR ALCOÓLICO: 13% | SERVIR À TEMPERATURA DE 16o C |

  • VARIEDADES: 87,5% Cabernet Sauvignon e 12,5 Merlot

  • AMADURECIMENTO: Não passa por amadurecimento em madeira.

  • PAÍS: CHILE

 

  • REGIÃO: VINHEDOS DO CHILE

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Acredito que, por se tratar de um corte de Cabernet Sauvignon, com um toque de Merlot, senti que esta última foi essencial para domar os jovens taninos da CS. Sim, é um “Best Buy”, ótima compra, sobretudo em virtude do fator qualidade x preço.

E o fim de semana pós-feriado? Animados? Aliás, sexta é aquele dia em que a gente já acorda pensando no vinho da noite. Convoque os amigos e curta em ótima companhia!

Até a próxima! Ótimos vinhos! Tim-Tim!

*Esse artigo expressa minha opinião sincera sobre o produto em questão.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Combinando Vinho e Ovos (Sim, é possível!)

Quem disse que ovo não harmoniza com vinhos?

Vila Vinífera

Apesar de amar, estudar e desejar muito trabalhar com vinhos, ultimamente tenho tido que seguir uma dietinha para retornar ao corpicho de antes.

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Então, nessa minha dieta eu tenho consumido ovos todos os dias, inclusive no café da manhã. Estou tentando deixar os vinhos para o fim de semana. Mas, obviamente, mesmo sem beber, eu penso muito no meu néctar de Baco. E em alimentos saborosos para combinar com ele.

VINHO E OVOS: HARMONIZAÇÃO POLÊMICA?

Sejam mexidos, fritos, cozinhos ou pochet (“fritos” na água, uma forma superdelicada) os ovos têm seu lugar cativo na alimentação de muita gente. Já foi vilão e, hoje em dia, vive seus dias de mocinho, sobretudo no que diz respeito à clara, sua parte mais proteica.

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E já vi muitos entendedores afirmarem que o ovo, assim como vinagre e limão, definitivamente não combina com vinhos.

Porém, nada é definitivo, meu amigo. Com força de vontade…

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Se segurem e peguem suas taças, porque os vinhos do Uruguai estão com tudo! Por Joana Rangel

Eu e minha amiga Joana Rangel estivemos nos eventos do Rio Wine and Food Festival, realizados na semana passada, no Clube Piraquê, na beira da Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio. Foi bacana demais e o relato dela ficou tão informativo e bem-humorado, que resolvi postar aqui para vocês.

*Por Joana Rangel, do Blog Divina e Vinho

Quando, em 2013, a revista The Economist classificou o Uruguai como sendo o país de maiores “reformas inovadoras que poderiam beneficiar o mundo”, não estavam se referindo aos vinhos. Mas bem que poderiam. Os Tannats Uruguaios deveriam ser considerados patrimônios da humanidade.

E foi para mostrar esse valor, que nossos amigos vizinhos estiveram aqui como parte da Rio Wine & Food Festival. Um verdadeiro passeio de emoções, descobertas e experiências que contagiou todos que estiveram presentes no Clube Piraquê, Rio de Janeiro.

O evento dedicado ao Uruguai foi dividido em dois momentos: uma Master Class com degustação de 14 rótulos e o Tannat Tasting Tour – a Feira dos Vinhos Uruguaios.

Esperando a aula, minha amiga e gastrônoma Tita Moraes, tão ansiosa quanto eu.

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A Master Class foi de tirar o fôlego! Foram 14 vinhos degustados, cada um com particularidades e características próprias. Os vinhos foram apresentados pelos profissionais representantes das vinícolas. Todos muito simpáticos, falavam rapidamente sobre a missão da empresa e  sobre a proposta do vinho degustado.

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Amei ver a quantidade de mulheres presentes!
Os vinhos degustados foram:
  1. Favretto Dragone – Espumoso Natural Felicia 2016
  2. Castillo Viejo – Catamayor Pinot Noir 2015
  3. Nabune – Corte Barrica 2016
  4. Casa Grande – Super Blend 2015
  5. Familia Traversa – Viña Salort Syrah Tannat 2015
  6. Bouza – Monte Vide Eu 2015
  7. Finca Narbona – Luz de Luna Tannat 2013
  8. Pizzorno – Don Prospero Maceración Carbónica 2017
  9. Varela Zarranz – Tannat Crianza 2015
  10. Antigua Bodega – Prima Donna Tannat 2013
  11. Giménez Mendez – Alta Reserva Tannat 2015
  12. Viña Edén – Tannat Reserva 2015
  13. Montes Toscanini – Gran Tannat 2013
  14. Rodríguez Bidegain – Licor de Tannat Roble 2011

Achei todos de altíssimo nível, mas, claro, tive meus encantos favoritos. E desse grupo, fiquei muito impressionada com:

  • O Luz de Luna (corte de Tannat-Petit Verdot da Narbona que eu ainda não conhecia) – possui a audácia e uma força quase ancestral;
  • Com o Tannat Crianza da Varela Zarranz – de uma potência, de um tamanho e de um equilíbrio absurdo;
  • Com o Dom Prospero da Pizzorno – que trouze elementos inesperados de leveza e pluralidade à Tannat (creio eu, que devido à maceração carbônica);
  • E com o Licor de Tannat da Rodríguez Bidegain que, pra mim, foi uma das grandes descobertas do dia.

 

Que os vinhos uruguaios trazidos seriam ótimos, todo mundo já sabia. Mas as surpresas que os nossos amigos estavam guardando para a gente, olhaaaaaa…por essa ninguém esperava!

Depois de tanto vinho maravilhoso, os caras  fizeram um CHURRASCO pra gente!

Um chur-ras-co

os. caras. fizeram. um. churrasco. pra gente

de CORDEIRO!!!

Não merecemos tanto!

Aí é demais para o meu coração! Que povo lindo, meu deus! Me senti no Uruguai, sem sair do Rio. Se a intenção deles era fazer com que ficássemos apaixonados, eles conseguiram!

Harmonizar essas maravilhas com uma carne de cordeiro na brasa, não tem preço!

Após tanto comer – eu devo ter ido à churrasqueira umas 3 vezes, era hora de retornar aos salões do Piraque, pois ainda havia a Feira de Vinhos do Uruguai, o Tannat Tour.

E que feira, minha gente! Que feira!

Pensa que no Uruguai só tem Tannat? Rá! Aí é que você se engana.

Nossos vizinhos vieram com tudo.

Provei um Cabernet Franc da Braccobosca 2016 que estou até agora sonhando com ele. Algo de maravilhoso, de incrível, fiquei apaixonada!

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Agora pense comigo: quase não se planta Cabernet Franc no Uruguai (7% do plantio de uvas tintas)  e os caras me chegam com um vinho avassalador desses! Onde eles vão parar?

O Uruguai não está para brincadeiras.

Dos já aclamados, sabemos bem: Garzon, Bouza, Alto de la Ballena, Pisano, Varela Zarranz…são queridos mundialmente, sempre com vinhos de alta gama, sempre com senhores vinhos. Mas tem gente muito pequena vindo aí. Pequenos, micro produtores, gente que produz vinho quase como um desafio mesmo! Porque é teimoso, porque ama, porque é apaixonado! Tem sabores novos vindo aí e como isso é maravilhoso!

E foram inúmeros rótulos degustados, muita conversa e aprendizado. Lógico que a Tannat, uva ícone do país, é a senhora da casa, mas é bom a gente ver como os vinhos uruguaios estão se tornando algo que transcende isso.

Não tenho como falar de todos os rótulos, mas deixo aqui algumas imagens do que provei. Tem cortes inusitados, Chardonnays, Roses de Tannat, Sauvignon Blancs, Licor de Tannat (que depois vão ganhar um post só deles, porque foi muito amor) etc. Tem de tudo um pouco!

Preciso terminar dizendo que a produção do evento, pela Rio Wine & Food Festival, acertou em cheio, trazendo o que há de mais plural e diverso no mundo do vinho, mostrando que nossa bebida predileta pode (e deve!) ser apreciada por todos e a qualquer hora.

São essas iniciativas que fazem a diferença, parabéns!

*Joana Rangel é Engenheira, Gestora de Negócios e Blogueira de Vinhos superdedicada.