Wine Show Família Paludo Reúne Gastronomia, Bons Rótulos e Novidades

Na última segunda-feira, 24 de setembro, estive num dos melhores eventos de vinhos do Rio (sem dúvida!). E sabem o melhor de tudo? Aconteceu bem aqui na minha cidade. Realizado no Restaurante Família Paludo, o Wine Show há anos faz parte do calendário gastronômico de Niterói.

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A edição 2018 contou com nada mais nada menos que 11 importadoras, que apresentaram algumas das pérolas de seus portfólios – cerca de 90 rótulos, sendo que desses, 30% eram de novidades do setor.

AMBIENTE EM SINTONIA COM OS AMANTES DOS VINHOS

Fato que Niterói entrou definitivamente no mapa vinífero carioca. E não falo só dos eventos e degustações que pipocam pela cidade. A galera do Rio, sobretudo os fãs da boa gastronomia, têm se interessado muito por vinhos finos. Sim, em apreciar e curtir de verdade o que vem dentro da taça.

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Isso ficou bem claro no Wine Show da Paludo, que estava supermovimentado. Sucesso total! O local já ajuda muito, com ambiente intimista, à meia luz, ou seja, um verdadeiro convite aos prazeres de Baco.

PRESENÇA DE GRANDES IMPORTADORES

Os eventos de vinhos são excelentes formas de divulgar a cultura da bebida para o grande público. E faz tempo que as empresas se deram conta dessa importância. Tanto isso é verdade que o Wine Show da Paludo, por exemplo, contou com a presença da Mistral, World Wine, Barrinhas, Cantu, Casa Flora, Interfood, Zahil, Winebrands, Berkmann, Asa Import e Hannover. Sem dúvida, grandes importadoras, com rótulos capazes de encantar curiosos, iniciantes e iniciados.

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Nas fotos a seguir inclui alguns dos rótulos que mais me chamaram a atenção. Sem falar na parte de gastronomia, que esbanjou comidinhas deliciosas, incluindo um queijo de cabra maravilhoso e produzido aqui mesmo na cidade sorriso.

Ano que vem espero participar novamente. Afinal, sou “nascida e criada” em Niterói, de modo que valorizo demais os eventos da minha cidade.

Até a próxima! Excelentes vinhos! Tim-Tim!

 

Miolo Encanta em Lançamento de Sua Linha Single Vineyard

Na última terça, 7 de agosto, estive na Majórica, uma das churrascarias mais tradicionais do Rio de Janeiro, para o lançamento da linha Single Vineyard, do Grupo Miolo.

Foi um jantar harmonizado para 150 pessoas e que me surpreendeu muito positivamente, seja pelo serviço, organização, vinhos e pratos apresentados.

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Logo na entrada fomos recebidos com uma taça de Espumante Millésime, um dos meus queridinhos em se tratando de borbulhas genuinamente brasileiras (e olha que somos ótimos em efervescência!).

Em seguida, ninguém menos que Adriano Miolo, enólogo e Superintendente Geral do grupo, nos falou sobre a nova linha, a fim de nos preparar para o que viria: um verdadeiro show de caldos com personalidade para dar e vender (sim, o valor é bem acessível frente a qualidade que os rótulos entregam).

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SINGLE VINEYARD

O Single Vineyard é um vinho de um único vinhedo, onde se encontra a máxima expressão do Terroir. A linha conta com 4 rótulos, sendo que o Touriga Nacional, proveniente do projeto Seival, na Campanha Gaúcha, foi inclusive premiado com 93 pontos pelo Guia Descorchados, referência em fermentados sul-americanos, de autoria de Patricio Tappia.

MIOLO SINGLE VINEYARD RIESLING JOHANNISBERG 2018

Nada como iniciarmos com um branquinho. E, sem dúvida, o Riesling foi um dos meus preferidos. Com estilo alemão renano, é aromático, do tipo que vai abrindo na taça. Aliás, deixei um pouquinho para apreciar com o olfato no final do jantar e estava simplesmente incrível. Harmonizou superbem com bolinhos de bacalhau.

Segundo Adriano Miolo, trata-se de um vinho de safra 2018 com alguns bons anos pela frente, ou seja, ainda tem muito para evoluir. Sem dúvida, apresentou-se como a expressão máxima dessa variedade em solo brazuca.

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A uva Riesling Johannisberg, casta mais conhecida por Riesling Renano, deve o seu nome ao Scholoss (castelo) Johannisberg, vinícola alemã da Região do Rheingau que desde 1720 cultiva exclusivamente Riesling.

O Miolo Single Vineyard Riesling Johannisberg é oriundo da Região da Campanha Central, do micro-lote do Vinhedo da Toca do Tigre, Quadra 121, Parcela A, através de colheita manual e seletiva de 1,5 héctares.

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Visão: Límpio, de cor transparente com reflexos esverdeados.
Nariz: Flores e frutas brancas, pura alegria engarrafada.
Boca: Vinho jovem, muito agradável, vívida estrutura ácida, pontiagudo e fresco.

MIOLO SINGLE VINEYARD PINOT NOIR 2017

Continuamos com o Pinot Noir, que já chegou quebrando paradigmas. Afinal, acompanhou nada mais nada menos que Camarão ao Alho e Óleo com Rodelas de Palmito. Ou seja, se você acha que vinho tinto não vai bem com frutos do mar, saiba que esse rótulo leve, da Região da Campanha Meridional, fez muito bonito, viu?

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A Pinot Noir é sempre um dos maiores desafios para qualquer agrônomo e enólogo. Trata-se de uma casta sensível, difícil de cultivar e que se expressa muito bem em lugares frios. Talvez por isso tenha se encontrado no terroir da Quinta do Seival, região de baixas temperaturas, situada quase na fronteira com o Uruguai.

Visão: Vermelho-Rubí intenso, sem reflexos.
Nariz: Franco, com excelente intensidade frutada, bouquet fino e delicado.
Boca: Fresco, foi servido mais geladinho, revelando uma agradável acidez, com taninos delicados.

MIOLO SINGLE VINEYARD SYRAH 2017

Sem dúvida, o Syrah foi o meu queridinho da noite (e de todos os que dividiam a mesa comigo). Vinificado no ano de 2017 no Vale do São Francisco, essa lindeza estagiou por 12 meses em barricas de carvalho francês.

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Ficou divino com Carré de Cordeiro com aquela farofinha esperta da Majórica. Aliás, trata-se dos primeiros resultados da Miolo com a casta Syrah, na Vinícola TerraNova, às margens do Velho Chico.

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Visão: Púrpura com reflexos violáceos.
Nariz: Frutas vermelhas maduras (compota), com nuances defumadas e de especiarias, sobretudo pimenta preta.
Boca: redonda, com baixa acidez e marcante em taninos. Muita presença e persistência.

Um vinho que certamente ainda tem muito o que evoluir. Dá para guardar e degustar daqui a uns cinco anos que, provavelmente, estará em sua melhor forma. Quero uma garrafinha para mim! Fato!

MIOLO SINGLE VINEYARD TOURIGA NACIONAL 2017

Enfim, chegamos ao prato principal, que foi acompanhado pelo Touriga Nacional 93 pontos no Descorchados e que também fez o maior sucesso entre os convidados.

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E o que rolou no prato principal? Simplesmente o Bife de Chorizo da Majórica, com batatas chips e legumes grelhados. Casamento perfeito!

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O Miolo Single Vineyard Touriga Nacional é proveniente da Região da Campanha Meridional. Feito de uvas colhidas na safra 2017, no micro-lote do Vinhedo da Tapera, Quadra 15, Parcela B, através de colheita manual e seletiva de 1,3 hectares. Mais uma lindeza da Quinta do Seival.

Visão: vermelho-rubi com reflexos violáceos.
Nariz: Notas de flores, frutas vermelhas, baunilha e carvalho (amadurece 12 meses em barricas francesas)Boca: Corpo médio. Notas do nariz se confirmam em boca. Bom volume e persistência.


O gran finale ficou por conta da sobremesa – banana frita com canela e açúcar! Para acompanhar, Miolo Cuvvé Tradition Demi-Sec – um dos espumantes que, particularmente, acho que ficam perfeitos com doces, sobretudo por entregar dulçor e acidez sem se mostrar enjoativo.

E aí, amigos? Quais os rótulos que vocês tiveram mais vontade de provar? Se já degustou algum, conta para mim o que achou.

Até a próxima! Ótimos vinhos! Tim-Tim!

Wine Day: Decanter Mostra Toda a Força de seu Portfolio em evento no RJ

Rio de Janeiro – Na última segunda-feira, 14 de maio, a importadora Decanter reuniu clientes, trade (força de vendas) e press (imprensa e formadores de opinião) num evento na Pizzaria Camelo, em Ipanema, no qual apresentou grande parte dos rótulos de seu portfolio.

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Logo na entrada, fomos surpreendidos com alguns espumantes da marca, com destaque para o italiano Ferrari e o Lírica Crua (aquele sur lie, que mantém as leveduras na garrafa). Tudo geladinho e sintonizado com os rótulos que encontraríamos a seguir.

CHILE BRILHOU COM RÓTULOS DE DIVERSAS VINÍCOLAS

Antes de tudo, vale ressaltar que a Pizzaria Camelo foi uma ótima escolha para abrigar o Wine Day. Além de aconchegante e intimista, o lugar é super bem-localizado na zona sul carioca.

No primeiro andar, foram reunidas as vinícolas chilenas, entre elas El Principal (que trouxe 3 carros-chefes, sendo que o El Principal 2013 foi um dos meus preferidos do evento), De Martino (com muita variedade), Caliterra (com a linha custo-benefício Aventura, todos a R$60, 30 no site,  e os excelentes Edición Limitada A 2010 e Cenit 2007 e 2008, os tops da bodega), Villard (com Pinot Noir e Syrah sempre sensacionais!), Terranoble (curto muito os vinhos dela, mas ainda não conhecia o Reserva Sauvignon Blanc 2017 e adorei!) e, por fim, a Alcohuaz (com três rótulos incríveis, GRUS 2014, Tococo Syrah 2015 e RHU 2011, sendo esse último, na minha opinião, mais um dos grandes destaques do evento). 

SEGUNDO ANDAR COM DESTAQUES DO MUNDO TODO

Quando a gente pensou que o Wine Day estava todo no primeiro andar, eis que as escadas se abriram para mais uma viagem pelo mundo do vinho, desta vez de diversos terroirs espalhados pelo globo. Sim, muitos branquinhos! Já falei por aqui que tenho um fraco por grandes rótulos de cepas brancas, sendo que ultimamente tenho estado in love pelos vinhos de uva Riesling, sobretudo os alemães e alsacianos.

E lá tinha! Meus preferidos foram o Paul Blanck Riesling 2016, da Alsácia, e o alemão Charisma (Riesling Trocken) 2016, sendo este muito aromático, sedutor de verdade.

No mais, fomos para os tintos, que foram representados por rótulos de muita expressão, como o Valpolicella Superiore Casalvegri 2015, Quinta da Gaivosa Douro 2013 e o Basilisco Aglianico del Vulture 2006, um italiano 100% Aglianico que, apesar dos sinais de evolução, ainda tem muitos anos pela frente. 

Me encantei, ainda, pelo Peique Viñedos Viejos 2011, um espanhol 100% Mencía, com uvas oriundas de vinhedos de 45 a 55 anos de idade. Sem falar no Conde Vimioso Reserva 2012, um português regional Tejo, elaborado com 40% Touriga Nacional, 25% Cabernet Sauvignon, 25% Syrah e 10% Aragonez. 

VINHOS DE SOBREMESA

Por fim, vamos aos vinhos de sobremesa que mais me chamaram a atenção. Após diversos rótulos, cheguei a pensar em dispensar os fortificados, mas me deparei com Marsala Superiore Secco 5 Anni DOC, que é um estilo de fortificado da Sicilia, que volta e meia cai nas minhas provas da ABS-RJ (nada como uma dose de aprendizado, não é mesmo?).

Ah, e para fechar com chave de ouro, nada melhor que o Alambre Moscatel de Setúbal 2012, da José Maria da Fonseca. Não consegui provar o Moscatel Roxo 2011, mas também curto demais essa categoria. Em junho será realizado o evento “Vinhos de Setúbal” e, com certeza, teremos variados rótulos de Moscatel para comentar por aqui.


No mais, como sempre, encontrei toda a galera do vinho. Amigos queridos como a Joana Rangel (Divina e Vinho), Fernando Lima (Vinhos com Fernando Lima), Marcelo Marques, Patrícia, Chico Cineasta (Vinhos pelo Mundo), Renatha Brasil  e Marcele (do Circuito do Vinho), entre outros. O clima é sempre bacana, com muita descontração, risadas e aprendizado mútuo. Sim, a gente aprende muito com os amigos.

O Wine Day foi muito bem-organizado na cidade maravilhosa. Não estava lotado e tínhamos total tranquilidade para conversar com os produtores (muitas vinícolas levaram seus profissionais e enólogos). O ambiente estava tão bacana que circulávamos pelos dois andares o tempo todo, sem falar nas comidinhas… Dadinhos de Tapioca com molho de gengibre e as pizzas da casa, sempre maravilhosas!

Então é isso, amigos! Até a próxima! Excelentes Vinhos! Tim-Tim!

 

Anakena Cabernet Sauvignon 2015: Esse tem presença!

Não sei se por obra do destino, mas ultimamente tenho degustado muitos vinhos da casta Cabernet Sauvignon. Sim, ela, que foi uma das minhas portas de entrada para o mundo do vinho, há uns 15 anos atrás. E não é por acaso. Afinal, a CS é a uva mais plantada no mundo, sendo, assim, considerada a Rainha das Tintas! Está presente numa gama enorme de vinhos, dos mais básicos aos mais ícones. Das potentes, sem dúvida, é a que eu mais curto!

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E, já que os vinhos dela têm me “perseguido” ultimamente, hoje trago para vocês um rewiew sobre o Anakena Tama Vineyard Selection Cabernet Sauvignon, que recebi da minha parceira WineBrands Brasil. Trata-se de um exemplar bem típico da casta no Chile, proveniente do Valle do Cachapoal, uma das subdivisões do Valle do Rapel.

Se curti? Muito! Por isso mesmo decidi contar tudinho aqui para vocês!

NOTAS DE PROVA

Visual: Vermelho-rubi intenso, sem reflexos.

Olfativo: Nariz com notas de frutas vermelhas maduras, com destaque para a groselha. Nota-se, ainda, presença de madeira, sobretudo nas nuances de chocolate e café. Sem falar numa nota herbácea de pimentão, bem característica. Logo se percebe que realmente se trata de um CS tipicamente chileno. 

Gustativo: Em boca é seco, sápido, intenso e com final persistente. Possui equilíbrio entre maciez, acidez e taninos. Combina com pratos à base de carne, em geral. 

Uva 100% Cabernet Sauvignon
Teor Alcoólico 13,5%
Amadurecimento Entre nove e 12 meses em barricas de carvalho.

Então é isso, pessoal!  Se você é fã da Rainha das Tintas, pode provar sem medo. E qual será o próximo CS a entrar na minha lista, hein? O friozinho vem aí e as possibilidades são infinitas. Me aguardem!

 

Até a próxima! Ótimos vinhos! Tim-Tim!

Descubra Qual o Vinho Mais Caro de Cada um dos Países Produtores

No mundo, existem mais de 70 nações produtoras de vinho. Porém, sabe-se que, historicamente, 90% do vinho mundial vem de apenas 15 países, segundo a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação.

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Ficou curioso para saber quais os vinhos mais caros de cada um desses países? Pois um estudo analisou os dados da Wine-Seacher.com e descobriu tudinho. De famosos rótulos do Velho Mundo a um selo chinês da LVMH com menos de uma década, os resultados foram fascinantes.

Vale lembrar que, apesar da análise dos rótulos, eu não provei nenhum deles, Ok? Esses são dados da Wine-Searcher e servem expressamente para matar a nossa curiosidade. 

*Valores em dólares.

Bora conferir quais os vinhos mais caros em 8 de março de 2018. Se quiser ver a lista completa, basta acessar o site da Wine-Searcher.com.

FRANÇA: DOMAINE DE LA ROMANEE-CONTI ROMANEE-CONTI GRAND CRU, COTE DE NUITS

Também conhecido como o “Borgonha perfeito”, o vinho mais caro do mundo tem frutas ricas e especiarias exóticas no palato, aromas de cereja preta e equilíbrio elegante e acetinado. Um rótulo da safra de 1978 foi vendido por US $ 476.000 (ou US $ 39.000 por garrafa) em um leilão recorde na Christie’s Hong Kong em 2013.

Preço: US $ 18.052,00

ALEMANHA: EGON MULLER SCHARZHOFBERGER RIESLING TROCKENBEERENAUSLESE, MOSEL

Este reverenciado produtor alemão produz os melhores vinhos do Mosel numa propriedade familiar que já sobrevive há quatro gerações (embora suas raízes estejam na Roma Antiga).

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Com aromas de cal, notas florais e um final persistente, trata-se de um Riesling superequilibrado.

Preço: US $ 11.600,00

PORTUGAL: W & J GRAHAM’S ‘NE OUBLIE’ PORT *

Especiarias e nozes invadem o nariz desse Porto dourado do Duoro, que conta com notas equilibradas de frutas secas, mel e um toque de acidez de raspas de cítricos em boca. Vendido em quantidades limitadas, em garrafas decanter, esse é um dos vinhos doces mais conceituados do mundo.

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Preço: US $ 6.884,00

AUSTRÁLIA: SEPPELTSFIELD PARA VINTAGE TAWNY , BAROSSA VALLEY

Esse elegante fortificado “tipo porto tawny” do Barossa Valley, no sul da Austrália, chega com chocolate rico e café no nariz, seguido de especiarias, cedro e ácido equilibrados em boca. De acordo com o Wine-Searcher, trata-se de um rótulo que vem ganhando popularidade, com preços subindo na mesma proporção.

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Preço: US $ 6.081,00

EUA: SCREAMING EAGLE SAUVIGNON BLANC, OAKVILLE

O Sauvignon Blanc mais top de Napa vem de Oakville, uma área situada entre Rutherford e Yountville. Produzido em quantidades limitadas desde 2010, a garrafa da Screaming Eagle tem notas de ervas e frutas tropicais, com acidez no final.

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Preço: US $ 3.873,00

ESPANHA: TESO LA MONJA, TORO

Espere um nariz adocicado de carvalho, bem como sabores marcantes e equilibrados nesse Tempranillo, que chega com nuances que vão de cerejas, amoras e cassis a um toque de alcaçuz. Trata-se de um rótulo que desde o ano passado tem crescido exponencialmente em popularidade, estando bem adaptado ao envelhecimento em garrafa.

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Preço: US $ 1.104,00

ITÁLIA: MASSETO TOSCANA IGT, TOSCANA

O vinho toscano mais caro ($$$$) ganhou altos elogios de Jancis Robinson (que premiou a safra 18/20 de 1987) por sua delicada estrutura. Caracterizado por frutos negros maduros, esse vinho, elegante e redondo, conta com um excelente potencial de envelhecimento.

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Preço: US $ 767,00

ÁUSTRIA: WEINLAUBENHOF ALOIS KRACHER TROCKENBEERENAUSLESE KOLLEKTION, BURGENLAND

Nomeado “Enólogo do Ano” pelo menos seis vezes pelo Wine Journal de Londres, o lendário austríaco Alois Kracher produz garrafas ricas e vitoriosas. Esse vinho doce  apresenta notas de damasco, entre outras frutas secas.

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Preço: US $ 649,00

ARGENTINA: CATENA ZAPATA ESTIBA RESERVADA, AGRELO

De cor púrpura, esse elegante corte bordalês oriundo de uma das vinícolas mais prestigiadas da Argentina apresenta frutas vermelhas, como cerejas e cassis, bem como aromas de couro e defumado. Espere por taninos aveludados e final persistente.

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Preço: US $ 389,00

CHINA: AO YUN, YUNNAN

O primeiro vinho chinês da luxuosa grife LVMH, é nada mais nada menos que  um blend de Cabernet Franc-Cabernet Sauvignon, com  frutas vermelhas maduras e especiarias no nariz, bem como café e groselha negra em boca. O final é persistente e elegante.

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Preço: US $ 292,00

OUTROS PAÍSES (INCLUINDO BRASIL!)

Israel Golan Heights Winery Yarden Katzrin Red, Galilee Preço: $274.00
Nova Zelândia Destiny Bay ‘Magna Praemia’, Waiheke Island Preço: $264.00
Chile Vinedo Chadwick, Vale do Maipo Preço: $243.00
África do Sul De Toren ‘The Black Lion’ Shiraz, Stellenbosch Preço: $243.00
Suíça Weingut Daniel & Marta Gantenbein Chardonnay, Graubunden Preço: $197.00
Hungria Disznoko Kapi Vineyard Tokaji Aszu 6 Puttonyos, Tokaj-Hegyalja Preço: $183.00
Canadá Inniskillin Cabernet Franc Icewine, Península de Niagara Preço: $183.00
Grécia Estate Argyros Vin Santo 20 Years Barrel Aged, Santorini Preço: $122.00
Eslovenia Edi Simcic Kolos, Goriska Brda Preço: $111.00
Uruguai Familia Deicas ‘Massimo Deicas’ Tannat, Juanico Preço: $88.00
Croácia Bura Dingac, Peljesac Peninsula Preço: $70.00
Líbano Ixsir ‘El Ixsir’ Preço: $63.00
Brasil Pizzato ‘DNA 99’ Single Vineyard Merlot, Vale dos Vinhedos Preço: $63.00
Bolívia Rujero Bolivian Singani Preço: $39.00
Georgia Telavi Wine Cellar Marani ‘Satrapezo’ Saperavi, Kakheti Preço: $33.00
Bulgária Katarzyna Estate ‘Encore’ Syrah Preço: $25.00
Marrocos Thalvin – Domaine des Ouled Thaleb ‘Syrocco’ Syrah, Zenata Preço: $22.00

Como sempre digo por aqui, apesar de não ter a mínima perspectiva de provar algum dos rótulos acima (pelo menos não tão cedo), supervale a título de curiosidade. E, óbvio, para o caso de saber do que se trata e não deixar passar qualquer oportunidade.

Então é isso, galera do vinho!

Até a próxima! Tim-Tim!

*Referência: Vine Pair